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Leitura: Ameaça russa exige ‘priorização urgente’ de defesas ao leste da UE, dizem europeus vizinhos à Rússia
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Crajubar em Ação > Blog > Internacionais > Ameaça russa exige ‘priorização urgente’ de defesas ao leste da UE, dizem europeus vizinhos à Rússia
Internacionais

Ameaça russa exige ‘priorização urgente’ de defesas ao leste da UE, dizem europeus vizinhos à Rússia

g1
Ultima atualização: 2025/12/16 at 12:00 PM
Por g1
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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, visita fronteira da Polônia com Belarus com o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk. Foto de agosto de 2025.
Agnieszka Sadowska/Agencja Wyborcza.pl via Reuters
Países da União Europeia que fazem fronteira com a Rússia afirmaram nesta terça-feira (16) que é necessária uma priorização “imediata e urgente” da segurança e das capacidades defensivas do flanco leste do bloco europeu frente à ameaça representada por Vladimir Putin.
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O ambiente de segurança do leste europeu “mudou de forma irreversível” nos últimos anos por conta da guerra da Ucrânia e de ataques híbridos realizados por Moscou, o que exige uma rápida adaptação, segundo uma declaração conjunta assinada por oito países da UE —Suécia, Finlândia, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, Romênia e Bulgária.
“A Rússia é a ameaça mais significante, direta e de longo prazo à nossa segurança e à paz e estabilidade na região Euro-Atlântica. A guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia e suas repercussões constituem uma ameaça profunda e duradoura à segurança e estabilidade europeias. (…) Há uma clara necessidade de fortalecer as capacidades de defesa da UE, a segurança das fronteiras e o preparo para crises”, afirmaram os países.
Todos os países signatários da declaração dividem alguma fronteira com a Rússia, seja terrestre (com a Rússia continental ou o exclave de Kaliningrado) ou marítima. Outras nações europeias vizinhas aos russos e que ficaram de fora da declaração incluem Belarus, que apesar de ser da UE é um aliado de Putin, e a Ucrânia, que não pertence ao bloco e sofre invasão russa desde 2022.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A publicação do comunicado, elaborado após uma cúpula de segurança na capital finlandesa Helsinki nesta terça, reflete a insegurança dos países europeus com sua segurança no médio e longo prazos em meio a perspectivas negativas nas negociações pelo fim da guerra da Ucrânia. (Leia mais abaixo)
A declaração conjunta também fala sobre “operações híbridas complexas” e “atos de sabotagem” russos contra a Europa, que vêm aumentando nos últimos meses. Entre essas ações, que têm caráter mais obscuro e visam fomentar o caos e a desordem, é possível destacar as seguintes:
Invasão do espaço aéreo da Polônia e da Estônia por drones de ataque e caças de guerra, respectivamente, que colocaram a Europa em alerta máximo e causaram;
Avistamento de drones em aeroportos na Dinamarca, Noruega, Bélgica e Alemanha, que atrapalharam o fluxo aéreo e causaram caos na aviação comercial europeia;
Avistamento de balões na Lituânia vindos de Belarus, que colocaram o país em estado de emergência;
Negociações de paz na Ucrânia
Os europeus tentam tornar os termos da proposta, elaborada pelo governo Trump, menos prejudiciais para o Velho Continente, porém um cenário em que os russos terminem o conflito com domínio sobre territórios ucranianos, algo que os EUA buscam costurar nas tratativas, parece cada vez mais provável.
As negociações para finalizar a guerra na Ucrânia parecem estar avançadas, pelo que autoridades dos EUA e europeias disseram nos últimos dias. Quando esse progresso reflete na Rússia, no entanto, as perspectivas ficam menos claras.
Um representante americano que participou de tratativas com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e aliados europeus afirmou na segunda-feira que “90% das diferenças entre Ucrânia e Rússia foram resolvidas”, porém a questão da soberania dos territórios dominados pelas tropas russas permanece.
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