Crajubar em AçãoCrajubar em Ação
  • Brasil
  • Internacionais
  • Cariri e Ceará
  • Esportes
  • Politica
  • Economia
  • Educação
  • Carros
  • Saúde
Buscar
Leitura: Entenda o que aconteceu com o ‘cão Orelha’, morto por adolescentes em SC
Compartilhar
aa
Crajubar em AçãoCrajubar em Ação
aa
  • Brasil
  • Politica
  • Economia
  • Cariri e Ceará
  • Saúde
  • Esportes
  • Internacionais
Buscar
  • Home
    • Home 1
    • Default Home 2
    • Default Home 3
    • Default Home 4
    • Default Home 5
  • Categories
    • Esportes
    • Cariri e Ceará
    • Economia
    • Internacionais
    • Brasil
    • Politica
    • Saúde
    • Carros
  • Bookmarks
  • More Foxiz
    • Sitemap
Siga-nos
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Crajubar em Ação > Blog > Brasil > Entenda o que aconteceu com o ‘cão Orelha’, morto por adolescentes em SC
Brasil

Entenda o que aconteceu com o ‘cão Orelha’, morto por adolescentes em SC

Jovem Pan
Ultima atualização: 2026/01/28 at 12:05 AM
Por Jovem Pan
Compartilhar
4 leitura mínima
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp

O caso de maus-tratos contra o cão Orelha, de cerca de 10 anos, gerou comoção popular na última semana. O cachorro comunitário de Praia Brava, em Florianópolis, em Santa Catarina, morreu depois de ser agredido por um grupo de adolescentes. Na segunda-feira (26), por meio da Delegacia de Proteção Animal (DPA) e da Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei (Deacle), a Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu mandados de busca e apreensão nas residências dos envolvidos e de seus responsáveis legais. Os agentes da corporação também fizeram buscas em endereços ligados a “adultos investigados por suposta coação relacionada ao andamento do processo”.

Após a operação, a Polícia Civil informou que identificou quatro adolescentes suspeitos de cometer as agressões e três familiares dos jovens que teriam coagido testemunhas. “Por meio do procedimento da DPA, ouvimos mais de 20 pessoas e analisamos mais de 72 horas de imagens de um total de 14 câmeras de monitoramento, sejam elas públicas ou privadas, apenas referentes ao fato do cão Orelha”, disse a delegada Mardjoli Valcareggi, responsável pelo caso.

Segundo a Polícia Civil, as agressões contra Orelha teriam ocorrido em 4 de janeiro. No dia seguinte, o cão foi levado para atendimento veterinário após moradores encontrá-lo ferido. De acordo com os exames periciais, o cachorro foi atingido na cabeça por um objeto sólido que não foi localizado. Em razão da gravidade dos machucados, o animal foi submetido a eutanásia. A corporação só foi comunicada sobre o caso no dia 16.

Além de Orelha, outro cão comunitário da região sofreu maus-tratos do grupo. Conforme informou Valcareggi, os adolescentes jogaram o cachorro chamado de Caramelo no mar. O animal conseguiu fugir e foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.

Por meio de publicação nas redes sociais, a Associação de Praia Brava (APBrava) disse que Orelha “fazia parte do cotidiano do bairro há muitos anos e era cuidado de forma espontânea por pessoas da comunidade”. A entidade também declarou que o cão “se tornou um símbolo simples, porém afetivo, da convivência e da relação de cuidado que muitos mantêm com o espaço e com os animais” que vivem na região.

Suspeitos nos Estados Unidos

Em entrevista a jornalistas nesta terça-feira (27), Ulisses Gabriel comunicou que, dos quatro adolescentes suspeitos, dois estão nos Estados Unidos em viagem “pré-programada”. O delegado-geral disse que os jovens devem retornar ao Brasil na próxima semana.

Por serem menores de 18 anos, a Polícia Civil de Santa Catarina não divulgou a identidade dos suspeitos. “É importante esclarecer que é vedada a divulgação de imagens, fotos e nomes dos adolescentes investigados. A responsabilização se dá perante a autoridade judicial, que vai, conforme as medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, impor uma sanção penal a eventuais autores dessa prática delitiva”, explicou o delegado-geral.

Desde que o caso de Orelha ganhou projeção nacional, perfis nas redes sociais associaram o casal Cynthia e Alberto Ambrogini aos suspeitos. No entanto, eles não possuem relação com os adolescentes envolvidos no crime.

Após ser alvo de ataques e receber ameaças, o casal registrou boletim de ocorrência. De acordo com a defesa deles, professores, empresários, funcionários e influenciadores estariam por trás dos perfis.

  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp

Você pode gostar também

Quem era o brasileiro desaparecido na argentina e encontrado morto

Caso Henry Borel: Monique Medeiros se entrega à polícia do RJ

Validade do capacete de moto: qual é o prazo de troca e o que a legislação exige

Homem é baleado na cabeça ao tentar ajudar vítimas de assalto em Moema

Guarda municipal é morta durante assalto na Rodovia dos Imigrantes

MARCADO: #Brasil
Jovem Pan 28 de janeiro de 2026 28 de janeiro de 2026
Compartilhar
O que você acha?
Amor0
Triste0
Feliz0
Com sono0
Nervoso0
Morto0
Piscar0
artigo anterior Avião do Flamengo voa em círculos por São Paulo devido ao mau tempo
Próximo artigo Vice de Tarcísio chama Lewandowski de pior ministro da Justiça da história do Brasil

Últimas notícias

Gabriel Araújo, do Brasil, é eleito atleta paralímpico do ano no Laureus, o Oscar do esporte
Esportes 20 de abril de 2026
Ação social oferta serviços a cuidadores de pessoas com TEA
Educação Saúde Todas Noticias 20 de abril de 2026
‘Minha avó mutilou minha filha às escondidas com apenas 6 meses’: o ciclo da mutilação genital que mulheres colombianas lutam para encerrar
Saúde 20 de abril de 2026
Relatório calcula que a recuperação e reconstrução de Gaza custarão US$ 71,4 bilhões ao longo de 10 anos
Internacionais 20 de abril de 2026
Crajubar em AçãoCrajubar em Ação
Siga-nos
Crajubar em Ação © 2024 Todos direitos reservados. Desenvolvido e Hospedado por Mega Áudio Designer.
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Perdeu sua senha?