Crajubar em AçãoCrajubar em Ação
  • Brasil
  • Internacionais
  • Cariri e Ceará
  • Esportes
  • Politica
  • Economia
  • Educação
  • Carros
  • Saúde
Buscar
Leitura: Decisão de Dino não impede quebra de sigilos de Lulinha; entenda
Compartilhar
aa
Crajubar em AçãoCrajubar em Ação
aa
  • Brasil
  • Politica
  • Economia
  • Cariri e Ceará
  • Saúde
  • Esportes
  • Internacionais
Buscar
  • Home
    • Home 1
    • Default Home 2
    • Default Home 3
    • Default Home 4
    • Default Home 5
  • Categories
    • Esportes
    • Cariri e Ceará
    • Economia
    • Internacionais
    • Brasil
    • Politica
    • Saúde
    • Carros
  • Bookmarks
  • More Foxiz
    • Sitemap
Siga-nos
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Crajubar em Ação > Blog > Brasil > Decisão de Dino não impede quebra de sigilos de Lulinha; entenda
Brasil

Decisão de Dino não impede quebra de sigilos de Lulinha; entenda

Jovem Pan
Ultima atualização: 2026/03/06 at 12:34 AM
Por Jovem Pan
Compartilhar
6 leitura mínima
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp

+ Conteúdos
Quebra de sigilo de LulinhaCPMI do INSSLeia também

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (5) a suspensão da quebra de sigilo do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, aprovada pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura fraudes no Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Na decisão, o magistrado destacou que a anulação não “invalida” a medida similar executada pela Polícia Federal (PF) contra o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em janeiro, o ministro André Mendonça autorizou a PF a efetuar a quebra de sigilo bancário, telemático e fiscal de Lulinha. A corporação apura o envolvimento do filho do chefe do Executivo no esquema de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.

O empresário também foi citado em decisão de Mendonça que autorizou a PF e a Controladoria-Geral da União (CGU) a realizar, em dezembro de 2025, uma nova fase da Operação Sem Desconto. No celular de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”, a corporação encontrou mensagens que citam repasse de ao menos R$ 300 mil ao “filho do rapaz”, que, segundo os investigadores, seria uma alusão a Lulinha.

À Jovem Pan, o advogado Alan Januário disse que as determinações dos ministros se enquadram em “contextos jurídicos distintos”. “A decisão de Dino incide sobre ato praticado por uma comissão parlamentar de inquérito, portanto, no âmbito do Poder Legislativo, enquanto a [autorização] de Mendonça decorre de procedimento investigatório processual vinculado à atuação da Polícia Federal e do Judiciário”, explicou.

Quebra de sigilo de Lulinha

Na reunião de 26 de fevereiro, a CPMI do INSS votou a favor da quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha. Além da medida, mais 86 requerimentos foram aprovados de forma conjunta pela comissão. Logo depois, houve confusão e empurra-empurra entre os presentes. Senadores e deputados federais da base do governo não concordaram com a condução da votação pelo presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG).

Os governistas solicitaram a anulação da ação contra Lulinha por meio de requerimento protocolado junto à presidência do Senado Federal. Na terça-feira (3), o presidente da Casa Alta do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), rejeitou o pedido e manteve a decisão da CPMI contra o empresário.

Na quarta-feira (4), a defesa do filho do chefe do Executivo pediu ao STF a suspensão da decisão da CPMI. A solicitação se deu depois de Dino, no mesmo dia, anular a quebra de sigilo de uma amiga de Lulinha, a empresária Roberta Luchsinger, também investigada pela comissão. O ministro acolheu a alegação dos advogados dela de que houve violação no processo de votação.

Já a defesa de Lulinha argumentou que os fundamentos adotados pelo ministro para suspender a medida contra Luchsinger “são todos aplicáveis” ao empresário. Para os advogados do filho do presidente, a votação “em globo” foi sem “fundamentação concreta, específica e individualizada”.

Dino entendeu que a CPMI apreciou os requerimentos de quebra de sigilo “em globo”. Ou seja, foram votados em conjunto e sem a exposição individual. Na decisão desta quinta, o ministro determinou que as “autoridades administrativas” não cumprissem com as deliberações oriundas da reunião de 26 de fevereiro.

“Tal situação geraria insegurança jurídica e intermináveis debates, tanto na seara administrativa (no Banco Central e na Receita Federal), quanto na judiciária, com a altíssima probabilidade de desconsideração das provas colhidas no relevante Inquérito Parlamentar”, justificou o Dino.

O ministro ainda evidenciou ser “induvidoso” que a CPMI “pode (e deve) quebrar sigilos constitucionais que entender necessários” desde que “haja um adequado procedimento”. O magistrado apresentou o seguinte rito:

  1. Apresentação do caso;
  2. Exposição dos fundamentos do requerimento;
  3. Debate;
  4. Votação individualizada;
  5. Deliberação;
  6. Registro em ata com motivação para quebra de sigilo e placar da votação de cada caso.

CPMI do INSS

Instalada em 20 de agosto, a CPMI do INSS fez 33 reuniões até segunda-feira (2). Nessa reta final, a comissão está concentrada em analisar fraudes em empréstimos consignados, com suspeitas de assédio, concessão sem consentimento e renovações fraudulentas que geraram dívidas impagáveis. Em 2025, o comitê ouviu Antônio Carlos Camilo Antunes.

O relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), qualificou Antunes como “autor do maior roubo a aposentados e pensionistas da história do Brasil”. Segundo os dados apurados pela CPMI, o “Careca no INSS” seria o operador do esquema e teria movimentado R$ 24,5 milhões em cinco meses.

De acordo com o calendário oficial de atividades para 2026, a CPMI ouvirá testemunhas até 19 de março. No dia 23, está marcada a apresentação e leitura do relatório final. Já a votação do documento ficou para o dia 26.

Leia também


Carlos Viana se diz ‘indignado’ com decisão de Dino sobre Lulinha: ‘Profunda preocupação’


CPI do Crime Organizado aciona o STF para manter quebra de sigilo da Maridt


Polícia quer quebrar sigilo telefônico de réus envolvidos no estupro coletivo

  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp

Você pode gostar também

MPF investiga ataque de estudantes com arma de choque contra morador de rua

Ministro Luis Felipe Salomão é eleito presidente do STJ

Seu carro está derretendo? 5 peças que o calor pode destruir

Petrobras faz nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos

Guia técnico: 10 itens essenciais para ter no carro em viagens de verão

MARCADO: #Brasil
Jovem Pan 6 de março de 2026 6 de março de 2026
Compartilhar
O que você acha?
Amor0
Triste0
Feliz0
Com sono0
Nervoso0
Morto0
Piscar0
artigo anterior João Pedro, atacante brasileiro, lidera artilharia da Premier League
Próximo artigo Mega-Sena acumula e prêmio vai para R$ 50 milhões

Últimas notícias

Senegal condena homem à prisão por ‘atos contra a natureza’ com base em nova lei contra homossexualidade
Saúde 15 de abril de 2026
Navio de guerra dos EUA intercepta petroleiros que tentavam sair do Irã, diz agência
Internacionais 15 de abril de 2026
Acumulou de novo! Mega-Sena vai a R$ 52 milhões
Economia 15 de abril de 2026
Senadores criticam trocas na CPI do Crime Organizado após rejeição de relatório
Politica 15 de abril de 2026
Crajubar em AçãoCrajubar em Ação
Siga-nos
Crajubar em Ação © 2024 Todos direitos reservados. Desenvolvido e Hospedado por Mega Áudio Designer.
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Perdeu sua senha?