Crajubar em AçãoCrajubar em Ação
  • Brasil
  • Internacionais
  • Cariri e Ceará
  • Esportes
  • Politica
  • Economia
  • Educação
  • Carros
  • Saúde
Buscar
Leitura: Proteína ligada ao Alzheimer se espalha pelo cérebro por conexões entre neurônios, mostra estudo
Compartilhar
aa
Crajubar em AçãoCrajubar em Ação
aa
  • Brasil
  • Politica
  • Economia
  • Cariri e Ceará
  • Saúde
  • Esportes
  • Internacionais
Buscar
  • Home
    • Home 1
    • Default Home 2
    • Default Home 3
    • Default Home 4
    • Default Home 5
  • Categories
    • Esportes
    • Cariri e Ceará
    • Economia
    • Internacionais
    • Brasil
    • Politica
    • Saúde
    • Carros
  • Bookmarks
  • More Foxiz
    • Sitemap
Siga-nos
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Crajubar em Ação > Blog > Saúde > Proteína ligada ao Alzheimer se espalha pelo cérebro por conexões entre neurônios, mostra estudo
Saúde

Proteína ligada ao Alzheimer se espalha pelo cérebro por conexões entre neurônios, mostra estudo

g1
Ultima atualização: 2026/04/09 at 6:05 AM
Por g1
Compartilhar
4 leitura mínima
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp

AdobeStock
A progressão do Alzheimer pode seguir um “mapa” interno do próprio cérebro. Um estudo publicado na revista Neuron identificou que a proteína tau —uma das principais envolvidas na doença— se espalha entre neurônios conectados, acompanhando as vias naturais de comunicação neural.
A descoberta ajuda a explicar por que os sintomas da doença avançam de forma gradual, começando pela memória e evoluindo para prejuízos cognitivos mais amplos —e abre caminho para novas estratégias de tratamento.
Como a doença avança no cérebro
O Alzheimer é marcado pelo acúmulo de duas proteínas: a beta-amiloide e a tau.
A tau, normalmente responsável por dar sustentação estrutural aos neurônios, passa a se deformar e formar emaranhados tóxicos dentro das células.
O que ainda não estava claro era como esses emaranhados “viajam” pelo cérebro.
Segundo o novo estudo, pequenos fragmentos da proteína conseguem se deslocar de um neurônio para outro por meio das sinapses —as conexões que permitem a comunicação entre as células cerebrais.
Na prática, isso significa que a doença não se espalha de forma aleatória, mas segue as rotas já existentes na rede neural.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Como início da perda de memória se torna declínio cognitivo
Os pesquisadores observaram que a proteína tau tende a surgir primeiro no lobo temporal —região essencial para a memória— e, depois, avançar para o lobo frontal, ligado ao pensamento complexo.
Essa trajetória acompanha a evolução clínica da doença:
no início, surgem falhas de memória;
com o tempo, aparecem dificuldades cognitivas mais amplas.
A análise foi feita com base em dados de 128 participantes acompanhados ao longo de anos, incluindo exames de imagem e amostras cerebrais após a morte.
Cada cérebro pode evoluir de forma diferente
Um dos pontos mais relevantes do estudo é que a velocidade e a extensão dessa disseminação variam de pessoa para pessoa.
Isso acontece porque cada indivíduo tem um padrão único de conexões neurais —o que influencia diretamente como e até onde a proteína tau consegue se espalhar.
Ou seja: a arquitetura do cérebro pode ajudar a determinar a progressão da doença.
O que muda para o tratamento
A descoberta reforça uma hipótese importante: bloquear a disseminação da proteína tau pode ser uma forma de retardar o Alzheimer.
Os pesquisadores destacam que terapias com anticorpos já vêm sendo testadas justamente para impedir que a proteína saia de um neurônio e atinja outros.
Se esse processo for interrompido, a progressão da doença pode ser desacelerada —ou até evitada em fases iniciais.
O que ainda falta entender
Apesar do avanço, os cientistas ressaltam que ainda são necessários mais estudos para detalhar exatamente como esse transporte acontece dentro do cérebro.
Mesmo assim, o trabalho representa uma das evidências mais robustas até agora de que o Alzheimer se espalha seguindo as conexões neurais —e não apenas por acúmulo local de proteínas.
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp

Você pode gostar também

Senegal condena homem à prisão por ‘atos contra a natureza’ com base em nova lei contra homossexualidade

Quando o pai está ausente: o que revelam as histórias de filhas criadas por mães solo

Confira cinco dicas para ajudar sua memória a trabalhar melhor

Homens sofrem mais com a gripe? O que a ciência diz sobre a diferença entre os sexos

‘Chinamaxxing’: moda de beber água quente de manhã realmente faz bem à saúde?

MARCADO: saude
g1 9 de abril de 2026 9 de abril de 2026
Compartilhar
O que você acha?
Amor0
Triste0
Feliz0
Com sono0
Nervoso0
Morto0
Piscar0
artigo anterior Irã volta a dizer que continuará enriquecendo urânio
Próximo artigo Fonseca vence italiano e avança às quartas de um Masters 1000 pela 1ª vez

Últimas notícias

Senegal condena homem à prisão por ‘atos contra a natureza’ com base em nova lei contra homossexualidade
Saúde 15 de abril de 2026
Navio de guerra dos EUA intercepta petroleiros que tentavam sair do Irã, diz agência
Internacionais 15 de abril de 2026
Acumulou de novo! Mega-Sena vai a R$ 52 milhões
Economia 15 de abril de 2026
Senadores criticam trocas na CPI do Crime Organizado após rejeição de relatório
Politica 15 de abril de 2026
Crajubar em AçãoCrajubar em Ação
Siga-nos
Crajubar em Ação © 2024 Todos direitos reservados. Desenvolvido e Hospedado por Mega Áudio Designer.
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Perdeu sua senha?