
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro negou nesta sexta-feira (15) deter controle sobre os recursos financeiros do filme “Dark Horse”, que contará a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar cassado disse não haver “nada de ilegal e irregular” no projeto cinematográfico.
A manifestação de Eduardo se deu depois de a agência de notícias Intercept Brasil informar que o terceiro filho de Bolsonaro atuou como produtor-executivo do filme biográfico, com responsabilidade sobre a gestão financeira do projeto. O veículo teve acesso ao contrato firmado entre a produtora GoUp, o ex-parlamentar e o deputado federal Mario Frias (PL-SP) em novembro de 2023.
Em sua publicação, Eduardo contou que fez o primeiro investimento no projeto. Por esse motivo, segundo ele, estaria como produtor-executivo do filme. O ex-deputado disse que, depois de montada toda a estrutura nos Estados Unidos, deixou a produção e fez um novo contrato para ceder seus direitos de imagem. O parlamentar cassado ainda relatou que recebeu o aporte feito no início de cerca de US$ 50 mil da própria produtora e que esse valor não passou pelo fundo que gere a cinebiografia.
O ex-deputado também voltou a negar ter recebido recursos ligados ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Eduardo classificou as reportagens do Intercept Brasil como uma tentativa de “assassinar” a sua “reputação” e do senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).







