{"id":64935,"date":"2026-02-03T06:01:39","date_gmt":"2026-02-03T09:01:39","guid":{"rendered":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/?p=64935"},"modified":"2026-02-03T06:01:39","modified_gmt":"2026-02-03T09:01:39","slug":"morcego-raposa-voadora-e-mais-os-hospedeiros-do-virus-nipah-e-os-riscos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/?p=64935","title":{"rendered":"Morcego raposa-voadora e mais: os hospedeiros do v\u00edrus Nipah e os riscos"},"content":{"rendered":"<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2-g1.glbimg.com\/uBTXEzbgLsnyxn4eQ1nsiXnmRUE=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2026\/4\/T\/PKHRD0SlGYuh0f3jolxQ\/novo-projeto-5-.jpg\"><br \/>     Morcegos como a raposa-voadora e mais: os hospedeiros do v\u00edrus Nipah e os riscos envolvidos para o Brasil<br \/>\nAdobe Stock<br \/>\nOs morcegos frug\u00edvoros (como a chamada raposa-voadora) est\u00e3o no centro de uma cadeia silenciosa que explica por que o v\u00edrus Nipah preocupa autoridades de sa\u00fade ao redor do mundo. Capazes de carregar o pat\u00f3geno sem apresentar sintomas, esses animais funcionam como reservat\u00f3rios naturais de um v\u00edrus altamente letal para humanos.<br \/>\nNo mais recente surto, cerca de 110 pessoas foram colocadas em quarentena na \u00cdndia depois que dois profissionais de sa\u00fade foram tratados no in\u00edcio de janeiro ap\u00f3s contra\u00edrem o v\u00edrus.<br \/>\nO risco aumenta quando esse o invis\u00edvel nos morcegos encontra a cria\u00e7\u00e3o de animais. Em surtos anteriores, o Nipah saltou dos morcegos para os porcos \u2014 que atuaram como hospedeiros intermedi\u00e1rios \u2014 antes de chegar \u00e0s pessoas, especialmente em ambientes rurais e de produ\u00e7\u00e3o intensiva. Foi assim no primeiro surto identificado, em 1999, na Mal\u00e1sia, entre criadores de su\u00ednos.<br \/>\nEsse caminho, do morcego ao porco e do porco ao ser humano, ajuda a entender por que o Nipah \u00e9 tratado como um alerta global, mesmo sem circula\u00e7\u00e3o registrada no Brasil.<br \/>\n&#x26a0;&#xfe0f; N\u00e3o h\u00e1 registros da doen\u00e7a no Brasil nem em outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina. Segundo especialistas, isso ocorre porque a regi\u00e3o n\u00e3o abriga o hospedeiro necess\u00e1rio para a transmiss\u00e3o.  A preocupa\u00e7\u00e3o maior com rela\u00e7\u00e3o ao v\u00edrus fica restrita \u00e0 \u00cdndia e a pa\u00edses vizinhos, que t\u00eam o hospedeiro principal do v\u00edrus, um tipo de morcego.<br \/>\nO que se sabe sobre o v\u00edrus mortal que fez regi\u00e3o na \u00cdndia fechar escolas e escrit\u00f3rios<br \/>\nO v\u00edrus n\u00e3o se espalha com facilidade entre pessoas, mas combina tr\u00eas fatores sens\u00edveis: origem silvestre, passagem por animais de cria\u00e7\u00e3o e alta taxa de mortalidade.  N\u00e3o h\u00e1 vacina para prevenir a infec\u00e7\u00e3o e nenhum rem\u00e9dio para cur\u00e1-la.<br \/>\nSegundo especialistas, esse tipo de &#8220;transbordamento&#8221; n\u00e3o ocorre por acaso. O avan\u00e7o sobre florestas e a aproxima\u00e7\u00e3o for\u00e7ada entre animais silvestres, rebanhos e humanos criam as condi\u00e7\u00f5es ideais para que v\u00edrus antes restritos \u00e0 natureza encontrem novos hospedeiros \u2014 e novas oportunidades de adapta\u00e7\u00e3o.<br \/>\nO que se sabe sobre o surto do v\u00edrus Nipah na \u00cdndia<br \/>\nO que \u00e9 o v\u00edrus Nipah<br \/>\nO v\u00edrus Nipah \u00e9 especialmente agressivo por afetar o sistema nervoso central. Ele pode causar encefalite \u2014 uma inflama\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro que pode evoluir rapidamente para quadros graves \u2014 e infec\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias agudas ap\u00f3s o comprometimento neurol\u00f3gico.<br \/>\nOs sintomas iniciais incluem dor de cabe\u00e7a, dor no corpo e febre. Em alguns dias, o quadro pode evoluir para altera\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de consci\u00eancia, com risco de sequelas neurol\u00f3gicas e at\u00e9 morte.<br \/>\nQuem s\u00e3o os hospedeiros do v\u00edrus<br \/>\nDe acordo com a OMS, o Nipah \u00e9 uma doen\u00e7a zoon\u00f3tica, ou seja, transmitida de animais para seres humanos.<br \/>\nOs principais hospedeiros s\u00e3o:<br \/>\nMorcegos frug\u00edvoros, especialmente da esp\u00e9cie Pteropus, conhecida como raposa-voadora<br \/>\nPorcos<br \/>\nSegundo o professor Paulo Eduardo Brand\u00e3o, do Departamento de Medicina Veterin\u00e1ria Preventiva e Sa\u00fade Animal da Faculdade de Medicina Veterin\u00e1ria e Zootecnia (FMVZ) da USP, os morcegos conseguem carregar o v\u00edrus sem adoecer devido a caracter\u00edsticas espec\u00edficas do sistema imunol\u00f3gico.<br \/>\n\u201cOs morcegos, em geral, possuem um sistema imune mais equilibrado. Eles desenvolveram uma resposta inflamat\u00f3ria menos intensa, mas ainda eficaz, o que evita danos maiores ao organismo e permite manter o v\u00edrus em n\u00edveis basais de replica\u00e7\u00e3o. Por isso, eles s\u00e3o hospedeiros saud\u00e1veis para o Nipah e para alguns outros v\u00edrus\u201d, afirma.<br \/>\nBrand\u00e3o destaca que h\u00e1 v\u00edrus semelhantes ao Nipah circulando em morcegos no Brasil, embora n\u00e3o haja registro do v\u00edrus Nipah no pa\u00eds. \u201cExistem paramixov\u00edrus da fam\u00edlia Nipah em morcegos no Brasil\u201d, diz, ressaltando que eles n\u00e3o representam riscos.<br \/>\nComo ocorre a transmiss\u00e3o<br \/>\nO v\u00edrus Nipah pode ser transmitido:<br \/>\nPelo contato com secre\u00e7\u00f5es de animais infectados<br \/>\nPelo consumo de alimentos contaminados, como frutas<br \/>\nPelo contato direto com uma pessoa infectada na fase aguda da doen\u00e7a, principalmente em ambientes hospitalares<br \/>\nSegundo Brand\u00e3o, o salto do v\u00edrus do animal para o ser humano ocorre, principalmente, em situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas.<br \/>\n\u201cIsso acontece quando as pessoas entram em contato com porcos que se infectaram ao consumir frutas contaminadas por morcegos ou quando ingerem seiva de \u00e1rvores onde morcegos infectados habitavam\u201d, afirma.<br \/>\nTransmiss\u00e3o entre humanos<br \/>\nA transmiss\u00e3o de pessoa para pessoa pode ocorrer, mas n\u00e3o \u00e9 comum. Ela ocorre, sobretudo, entre profissionais de sa\u00fade.<br \/>\nO v\u00edrus pode ficar incubado por um per\u00edodo de 4 a 14 dias (no m\u00e1ximo 45 dias), mas s\u00f3 \u00e9 transmitido entre humanos na fase aguda dos sintomas. O contato com secre\u00e7\u00f5es nasais, saliva ou urina em fases mais graves da doen\u00e7a pode levar \u00e0 infec\u00e7\u00e3o.<br \/>\nSegundo o infectologista Andr\u00e9 Siqueira, da Fiocruz, a transmiss\u00e3o do Nipah entre humanos \u00e9 pouco eficiente quando comparada \u00e0 de v\u00edrus respirat\u00f3rios, como os da gripe ou da Covid-19.<br \/>\n\u201cEle \u00e9 transmitido na fase aguda, durante a manifesta\u00e7\u00e3o dos sintomas, por um per\u00edodo de sete a dez dias. Diferentemente da Covid e da influenza, n\u00e3o h\u00e1 transmiss\u00e3o antes do in\u00edcio dos sintomas\u201d, explica.<br \/>\nO papel dos porcos<br \/>\nOs porcos atuam como hospedeiros intermedi\u00e1rios entre os morcegos e os seres humanos, mas n\u00e3o s\u00e3o essenciais no ciclo de transmiss\u00e3o do Nipah, segundo Brand\u00e3o.<br \/>\nUm hospedeiro intermedi\u00e1rio \u00e9 aquele que conecta o reservat\u00f3rio (morcegos) a esp\u00e9cie de interesse (humanos).<br \/>\nMas o professor explica que a cria\u00e7\u00e3o intensiva de animais sem medidas de biosseguran\u00e7a e sem considerar o bem-estar animal pode aumentar o risco de surtos.<br \/>\nOs principais sintomas<br \/>\nSegundo Siqueira, o Nipah n\u00e3o causa infec\u00e7\u00f5es leves ou assintom\u00e1ticas. Os sinais mais comuns s\u00e3o:<br \/>\nFebre<br \/>\nDor de cabe\u00e7a<br \/>\nDor muscular<br \/>\nFadiga e tontura<br \/>\nDificuldades respirat\u00f3rias<br \/>\nEncefalite, com confus\u00e3o mental, desorienta\u00e7\u00e3o, sonol\u00eancia, convuls\u00f5es e coma<br \/>\nNos casos mais graves, a doen\u00e7a pode levar \u00e0 morte. Sobreviventes podem apresentar sequelas neurol\u00f3gicas permanentes.<br \/>\n&#8220;Os sintomas iniciais s\u00e3o como os de qualquer outra virose: dor de cabe\u00e7a, dor no corpo, febre. S\u00f3 que eles evoluem em alguns dias para um quadro de altera\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de consci\u00eancia [&#8230;] que pode evoluir para consequ\u00eancias neurol\u00f3gicas e at\u00e9 para a morte&#8221;, detalha Rosana Richtmann, m\u00e9dica infectologista do Grupo Santa Joana.<br \/>\nDiagn\u00f3stico e tratamento<br \/>\nO diagn\u00f3stico \u00e9 feito com base no hist\u00f3rico cl\u00ednico e em exames laboratoriais, como:<br \/>\nRT-PCR em fluidos corporais<br \/>\nTestes de detec\u00e7\u00e3o de anticorpos (ELISA)<br \/>\nPCR e isolamento do v\u00edrus em cultura de c\u00e9lulas<br \/>\nN\u00e3o h\u00e1 vacina nem medicamento espec\u00edfico contra o Nipah. O tratamento \u00e9 de suporte. A taxa de mortalidade pode chegar a 70%.<br \/>\n&#8220;O tratamento que a gente oferece \u00e9 de suporte, isto \u00e9, hidrata\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o da press\u00e3o. N\u00e3o existe nenhuma medica\u00e7\u00e3o espec\u00edfica&#8221;, explica Rosana.<br \/>\nPor que a OMS considera o v\u00edrus priorit\u00e1rio<br \/>\nMesmo com baixo risco de dissemina\u00e7\u00e3o global, a OMS mant\u00e9m o Nipah na lista de v\u00edrus priorit\u00e1rios porque ele:<br \/>\nTem alta letalidade<br \/>\nAfeta o sistema nervoso central<br \/>\nPode causar surtos localizados graves<br \/>\nN\u00e3o tem vacina ou tratamento espec\u00edfico<br \/>\nSegundo Siqueira, n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias de muta\u00e7\u00f5es que aumentem a transmissibilidade do v\u00edrus.<br \/>\nVacinas em fase avan\u00e7ada de desenvolvimento<br \/>\nApesar de ainda n\u00e3o existir vacina aprovada contra o Nipah, h\u00e1 dois imunizantes em fase avan\u00e7ada (fase 2) de desenvolvimento na \u00c1sia.<br \/>\nSegundo Siqueira, em caso de um surto maior, essas vacinas podem ser eventualmente utilizadas. \u201cPara demonstrar que elas de fato s\u00e3o eficazes, \u00e9 preciso um n\u00famero alto de casos. As vacinas contra o Nipah, dentro de 2 a 4 anos, podem estar dispon\u00edveis para uso mais amplo\u201d, afirma.<br \/>\nO Nipah preocupa mais do que Ebola ou MERS?<br \/>\nSiqueira explica que o Brasil monitora \u00e0 dist\u00e2ncia e com aten\u00e7\u00e3o v\u00edrus como Ebola, MERS, Nipah, arboviroses e a influenza.<br \/>\nO m\u00e9dico destaca que a preocupa\u00e7\u00e3o com o Nipah se assemelha a preocupa\u00e7\u00e3o com o Ebola \u2013 presente na \u00c1frica e tamb\u00e9m com alta letalidade. O Brasil n\u00e3o teve registro de Ebola &#8211; apesar do maior fluxo com a \u00c1frica \u2013 assim como n\u00e3o teve registro de MERS e de Nipah.<br \/>\nSegundo o m\u00e9dico, o MERS \u00e9 o mais preocupante no ranking, porque tem risco pand\u00eamico maior. O MERS apareceu tamb\u00e9m muito na \u00c1sia \u2013 semelhante ao sars-cov, tamb\u00e9m tem uma letalidade alta, de cerca de 30%, mas potencial de transmiss\u00e3o um pouco maior. J\u00e1 a Covid tem letalidade abaixo de 1% com as vacinas, mas \u00e9 mais transmiss\u00edvel.<br \/>\nO aumento do risco com o desmatamento<br \/>\nBrand\u00e3o destaca que o avan\u00e7o sobre os ecossistemas favorece o contato entre animais silvestres, animais de cria\u00e7\u00e3o e seres humanos, aumentando o risco de transmiss\u00e3o de v\u00edrus como o Nipah.<br \/>\n\u201cAnimais fugindo do desmatamento podem entrar em contato com pessoas, porcos, gado e outros, transmitindo micro-organismos inesperados\u201d, afirma.<br \/>\nEle destaca que manter os ecossistemas \u00edntegros \u00e9 uma das formas mais eficientes de reduzir o risco de novas pandemias.<br \/>\n\u201cQuanto mais protegida estiver a biodiversidade, menor ser\u00e1 o risco de uma nova doen\u00e7a passar de outros animais para os seres humanos. Outra medida \u00e9 a vigil\u00e2ncia, pois assim poderemos encontrar os v\u00edrus antes que eles nos encontrem e j\u00e1 desenvolver vacinas, medicamentos antivirais e planos de conten\u00e7\u00e3o, caso saltem para os seres humanos\u201d, afirma.<br \/>\nSurtos anteriores do Nipah<br \/>\n1999: primeiro surto identificado na Mal\u00e1sia, entre criadores de su\u00ednos<br \/>\n2001: v\u00edrus detectado em Bangladesh, onde ocorrem surtos quase anuais<br \/>\n2018: pior surto na \u00cdndia, em Calecute, quando 17 das 18 pessoas infectadas morreram<br \/>\n2019: registro de um caso na \u00cdndia, com recupera\u00e7\u00e3o<br \/>\n2021: um menino de 12 anos morreu ap\u00f3s infec\u00e7\u00e3o<br \/>\nEspecialistas associam os surtos \u00e0 perda de habitat dos animais, que passam a viver mais pr\u00f3ximos de \u00e1reas urbanas.<br \/>\nH\u00e1 risco para o Brasil?<br \/>\nSegundo especialistas, o risco para o Brasil \u00e9 muito baixo. N\u00e3o h\u00e1 registro de circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus no pa\u00eds.<br \/>\n\u201cO v\u00edrus Nipah ainda n\u00e3o consegue se transmitir de forma eficiente entre pessoas, e por isso n\u00e3o se tornou uma pandemia\u201d, afirma Brand\u00e3o.<br \/>\nMas o professor alerta que quanto mais pessoas forem infectadas, maior a chance de surgirem muta\u00e7\u00f5es capazes de facilitar a transmiss\u00e3o entre humanos, como ocorreu com a Covid-19 e nas pandemias de Influenza.<br \/>\n\u201cSem d\u00favida, a pr\u00f3xima pandemia vir\u00e1 de um v\u00edrus zoon\u00f3tico, ou seja, que passar\u00e1 de outros animais para os seres humanos, contra o qual n\u00e3o teremos imunidade\u201d, diz Brand\u00e3o.<br \/>\nSiqueira destaca que o Brasil tem capacidade de identificar rapidamente casos suspeitos, com laborat\u00f3rios de refer\u00eancia da Fiocruz e da rede do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<br \/>\nEspecialistas refor\u00e7am que o maior erro ao falar sobre v\u00edrus raros e letais \u00e9 criar a ideia de risco iminente. A orienta\u00e7\u00e3o geral \u00e9 evitar contato com animais silvestres e consumir apenas alimentos bem higienizados.<br \/>\nLEIA TAMB\u00c9M:<br \/>\nOMS dispensa restri\u00e7\u00f5es de viagem \u00e0 \u00cdndia ap\u00f3s casos de Nipah e aponta baixo risco de propaga\u00e7\u00e3o<br \/>\nNipah: entenda o que \u00e9 o v\u00edrus com alto \u00edndice de mortalidade que causa novo surto na \u00cdndia<br \/>\nH\u00e1 risco de um surto maior do Nipah, v\u00edrus sem vacina e com taxa de mortalidade de at\u00e9 75%?<br \/>\nNipah: o v\u00edrus que causa preocupa\u00e7\u00e3o na \u00c1sia e voltou a deixar aeroportos em alerta na regi\u00e3o<br \/>\nNipah: entenda o que \u00e9 e como age o v\u00edrus com alto poder de epidemia que matou jovem na \u00cdndia<br \/>\nNipah: quais s\u00e3o as chances de v\u00edrus mortal chegar ao Brasil ou causar nova pandemia?<br \/>\nNipah: como age o v\u00edrus que fez \u00cdndia fechar escolas e escrit\u00f3rios<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Morcegos como a raposa-voadora e mais: os hospedeiros do v\u00edrus Nipah e os riscos envolvidos para o Brasil Adobe Stock Os morcegos frug\u00edvoros (como a chamada raposa-voadora) est\u00e3o no centro de uma cadeia silenciosa que explica por que o v\u00edrus Nipah preocupa autoridades de sa\u00fade ao redor do mundo. 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