{"id":65091,"date":"2026-02-06T06:01:04","date_gmt":"2026-02-06T09:01:04","guid":{"rendered":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/?p=65091"},"modified":"2026-02-06T06:01:04","modified_gmt":"2026-02-06T09:01:04","slug":"chevrolet-captiva-volta-diferente-100-eletrica-e-mais-barata-que-rival-da-byd-veja-se-vale-a-pena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/?p=65091","title":{"rendered":"Chevrolet Captiva volta diferente, 100% el\u00e9trica e mais barata que rival da BYD; veja se vale a pena"},"content":{"rendered":"<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2-g1.glbimg.com\/lqrORMYfD37jYgjCpf_3ZExrIvM=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2026\/e\/K\/eLRoF5QHCUje2yGzMN9w\/chevrolet-captiva-ev-2026-dsc03628.jpg\"><br \/>     Chevrolet Captiva vira el\u00e9trica e chinesa, mais barata que o BYD concorrente<br \/>\nA Chevrolet Captiva foi um enorme sucesso nos anos 2010, quando os SUVs ainda come\u00e7avam a se tornar mania no Brasil. Quando a montadora anunciou que o modelo voltaria, muita gente imaginou um carro diferente do que acabou surgindo.<br \/>\nA Captiva que o p\u00fablico conhecia n\u00e3o existe mais. Oito anos depois de sair de linha, o modelo retorna com uma proposta totalmente diferente: um SUV \u00e9 100% el\u00e9trico e voltado a quem busca mais tecnologia, mais espa\u00e7o interno e um custo menor para rodar no dia a dia.<br \/>\n&#x2705; Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp<br \/>\nMais que isso, o lan\u00e7amento \u00e9 a segunda resposta da GM ao avan\u00e7o dos carros el\u00e9tricos chineses no mercado brasileiro. Assim como o Spark EUV, a nova Captiva chega para colocar uma pulga atr\u00e1s da orelha de um poss\u00edvel comprador do BYD Yuan Plus.<br \/>\nUm dos modelos mais vendidos da marca chinesa, o Yuan Plus oferece pot\u00eancia parecida e uma  autonomia quase igual. O pre\u00e7o, por\u00e9m, \u00e9 mais alto: R$ 235.990, cerca de R$ 35 mil acima dos R$ 199.990 da Captiva.<br \/>\nO g1 foi a Campos do Jord\u00e3o (SP) a bordo do lan\u00e7amento da GM e pode dizer que quem vai de cora\u00e7\u00e3o aberto encontra poucos pontos negativos na Captiva. Ainda assim, para fazer frente ao terceiro el\u00e9trico mais vendido do pa\u00eds, com 6 mil unidades em 2025, o modelo ter\u00e1 um desafio pela frente.<br \/>\nVeja o teste abaixo.<br \/>\nChevrolet Captiva EV<br \/>\ndivulga\u00e7\u00e3o\/Chevrolet<br \/>\nDesign t\u00edpico chin\u00eas<br \/>\nO visual da nova Captiva bebe claramente da fonte dos modelos chineses, a ponto de seguir uma cartilha de design j\u00e1 conhecida:<br \/>\nIlumina\u00e7\u00e3o diurna (DRL) bem destacada;<br \/>\nFar\u00f3is posicionados mais abaixo;<br \/>\nLanternas e far\u00f3is estreitos;<br \/>\nCap\u00f4 que desce at\u00e9 encontrar a entrada de ar, fechada por se tratar de um modelo el\u00e9trico.<br \/>\nMesmo com o foco no design e nos concorrentes chineses, a Captiva traz um tempero que n\u00e3o destoa tanto dos outros modelos da Chevrolet. Isso fica evidente na dianteira, que, mesmo sem uma entrada de ar funcional, posiciona o logo da marca em uma pe\u00e7a pl\u00e1stica que remete \u00e0 grade de um carro a combust\u00e3o.<br \/>\nA entrada de ar abaixo do logo \u2014 essa, sim, funcional \u2014 traz detalhes que refor\u00e7am a sensa\u00e7\u00e3o de um conjunto maior, mais pr\u00f3ximo do visual de carros ocidentais.<br \/>\nAl\u00e9m disso, o desenho da ilumina\u00e7\u00e3o em LED, que parece passar por tr\u00e1s de um elemento met\u00e1lico antes de se integrar aos far\u00f3is, acrescenta personalidade a um carro que, na pr\u00e1tica, nasceu na China como Wuling Starlight S e chegou ao Brasil como Captiva.<br \/>\nEm nenhum momento ele remete diretamente a marcas como BYD, GWM, Geely, GAC ou JAC.<br \/>\nChevrolet Captiva EV por fora<br \/>\nChevrolet Captiva EV por fora<br \/>\nPor dentro, por\u00e9m, tudo muda. \u00c9 no interior que aparecem as transforma\u00e7\u00f5es mais profundas, inclusive na defini\u00e7\u00e3o de p\u00fablico que a Chevrolet busca para o modelo. O ambiente \u00e9 claramente mais tecnol\u00f3gico e essa inspira\u00e7\u00e3o vem direto da China.<br \/>\nAs semelhan\u00e7as com rivais chineses, como o BYD Yuan Plus, aparecem no forte minimalismo, que reduz ao m\u00e1ximo os bot\u00f5es f\u00edsicos \u2014 raros at\u00e9 no volante \u2014 e concentra quase todos os comandos do ar-condicionado na central multim\u00eddia. E \u00e9 imposs\u00edvel n\u00e3o reparar nela.<br \/>\nS\u00e3o 15,6 polegadas, maiores do que as telas de muitos concorrentes chineses que apostam em displays girat\u00f3rios. Para se ter uma ideia, esse tamanho supera o de muitos notebooks e se aproxima at\u00e9 dos modelos mais exagerados do universo gamer, que normalmente chegam a 17 polegadas.<br \/>\nUma tela grande pode acabar evidenciando limita\u00e7\u00f5es nas c\u00e2meras de 360 graus, mas, neste caso, a jun\u00e7\u00e3o das imagens para criar o efeito de \u201cplaneta\u201d est\u00e1 alinhada ao que se espera de um carro com foco em tecnologia.<br \/>\nChevrolet Captiva EV<br \/>\ndivulga\u00e7\u00e3o\/Chevrolet<br \/>\nNos testes, mesmo \u00e0 noite, a sensa\u00e7\u00e3o era de que um drone sobrevoava o ve\u00edculo, com qualidade de imagem semelhante \u00e0 de c\u00e2meras de smartphones dos mais caros.<br \/>\nAl\u00e9m da qualidade de imagem, outro ponto sens\u00edvel para esse p\u00fablico \u00e9 o tempo de resposta ao toque na tela. Nos testes, n\u00e3o houve qualquer sinal de lentid\u00e3o, embora j\u00e1 tenhamos visto experi\u00eancias mais refinadas, como nos novos GWM Haval H6.<br \/>\nSe, por um lado, esse conjunto pode passar a impress\u00e3o de pouca criatividade no desenho do interior, por outro o conforto \u00e9 ineg\u00e1vel. H\u00e1 pouqu\u00edssimas \u00e1reas em pl\u00e1stico r\u00edgido, al\u00e9m de superf\u00edcies de toque macio em diferentes tonalidades e texturas, e partes do painel que imitam metal e madeira.<br \/>\nNem mesmo o Equinox a combust\u00e3o, que custa R$ 91,2 mil a mais, oferece tanto toque macio e sensa\u00e7\u00e3o de conforto no acabamento.<br \/>\nJ\u00e1 a vers\u00e3o el\u00e9trica do Equinox, R$ 150 mil mais cara que a Captiva e baseada em um projeto 100% norte-americano, tamb\u00e9m n\u00e3o alcan\u00e7a o mesmo n\u00edvel de cuidado em acabamento e tecnologia.<br \/>\nChevrolet Captiva EV<br \/>\nAssim, se por um lado a Captiva nasce de um projeto chin\u00eas, por outro ela tem tempero suficiente para mostrar que o lado ocidental vai al\u00e9m do nome e do logo em formato de gravata.<br \/>\nO resultado combinou o que h\u00e1 de melhor nos carros chineses com o que o consumidor brasileiro espera de um modelo que n\u00e3o est\u00e1 entre os mais baratos do mercado.<br \/>\nAl\u00e9m disso, a Chevrolet afirmou ao g1 que fez ajustes no carro, algo que tamb\u00e9m percebemos ao rodar com o modelo. O principal deles est\u00e1 na suspens\u00e3o, que remete ao acerto mais firme presente em outros SUVs da marca, como Tracker e Equinox.<br \/>\nTamb\u00e9m chama aten\u00e7\u00e3o a dire\u00e7\u00e3o bastante leve. Manobras, tanto em baixa quanto em alta velocidade, foram feitas com muito conforto. O sistema el\u00e9trico de assist\u00eancia est\u00e1 entre os melhores que j\u00e1 testamos, sem tirar a sensa\u00e7\u00e3o de controle \u2014 algo comum quando o volante fica leve demais.<br \/>\nA Captiva ficou maior, mesmo sem parecer<br \/>\nChevrolet Captiva EV (esq) e Jeep Commander (dir)<br \/>\narte\/g1<br \/>\nAl\u00e9m do visual, do conforto e da tecnologia de inspira\u00e7\u00e3o chinesa, o SUV tamb\u00e9m cresceu. Em compara\u00e7\u00e3o com a \u00faltima vers\u00e3o vendida no Brasil, a nova Captiva \u00e9 26,9 cent\u00edmetros mais longa e ganhou 10 cent\u00edmetros no entre-eixos.<br \/>\nCom isso, o porta-malas passou de 383 para 403 litros, e o espa\u00e7o interno segue amplo o suficiente para que cinco pessoas viajem com conforto, sem a preocupa\u00e7\u00e3o de encostar os joelhos no banco da frente.<br \/>\nEsse comprimento supera o de um Volkswagen Tiguan, se aproxima dos 4,77 metros do Jeep Commander e dos 4,79 metros do Toyota SW4. Vale lembrar que esses dois modelos acomodam sete pessoas, enquanto a Captiva opta por seguir com cinco ocupantes, privilegiando mais espa\u00e7o para cada um.<br \/>\nO bom aproveitamento interno, favorecido pelo menor espa\u00e7o ocupado pelo conjunto el\u00e9trico, faz com que a Captiva EV seja apenas tr\u00eas cent\u00edmetros mais curta que o Jeep Commander, sem transmitir a sensa\u00e7\u00e3o de \u201c\u00f4nibus\u201d que o rival americano costuma passar.<br \/>\nAo somar o ganho de espa\u00e7o ao conforto e \u00e0 tecnologia trazidos pela nova Captiva, fica clara a inten\u00e7\u00e3o da Chevrolet de atrair um cliente que valoriza tecnologia, mas que provavelmente j\u00e1 tem um ou dois filhos e precisa de espa\u00e7o para viagens mais longas.<br \/>\nChevrolet Captiva EV<br \/>\nDivulga\u00e7\u00e3o\/Chevrolet<br \/>\nA velocidade m\u00e1xima de 150 km\/h e os 9,9 segundos no 0 a 100 km\/h refor\u00e7am esse posicionamento: n\u00e3o se trata de um p\u00fablico que busca desempenho esportivo, mas conforto em um n\u00edvel que a antiga Captiva nunca chegou a oferecer \u2014 e que s\u00f3 foi poss\u00edvel alcan\u00e7ar com a base chinesa, sem que o pre\u00e7o saltasse para patamares de BMW ou Mercedes-Benz.<br \/>\n\u00c9 tamb\u00e9m um consumidor que, em muitos casos, j\u00e1 teve um carro el\u00e9trico e entende os c\u00e1lculos necess\u00e1rios ao viajar para outra cidade. Nesse ponto, a Captiva n\u00e3o decepciona: alcan\u00e7a 304 km com uma \u00fanica carga.<br \/>\nO g1 perguntou ao vice-presidente da General Motors Brasil, Fabio Rua, se n\u00e3o seria poss\u00edvel oferecer a Captiva com maior autonomia, especialmente considerando que o espa\u00e7o interno \u00e9 um atrativo para viagens mais longas.<br \/>\nSegundo Rua, existem tecnologias capazes de oferecer maior autonomia, sendo uma delas dentro da pr\u00f3pria Chevrolet, com a arquitetura Ultium, mas o objetivo da Captiva foi entregar uma op\u00e7\u00e3o de custo mais acess\u00edvel e o conjunto utilizado aponta para esta economia.<\/p>\n<p>Pa \u00e9 a \u00fanica cidade que n\u00e3o \u00e9 capital e concentra somente 1% de todos os eletropostos do pa\u00eds &#8211; S\u00e3o a. Todas depois dela t\u00eam ainda menos.<br \/>\nPara quem \u00e9 a Chevrolet Captiva?<br \/>\nA Chevrolet Captiva EV n\u00e3o se dirige ao mesmo p\u00fablico do modelo vendido no passado. Isso acontece, primeiro, pela troca do motor a combust\u00e3o por um conjunto el\u00e9trico e, segundo, por estrear em um mercado que hoje oferece SUVs de todos os pre\u00e7os e tamanhos, com op\u00e7\u00f5es a partir de menos de R$ 100 mil.<br \/>\nDa Captiva antiga, permanece apenas a percep\u00e7\u00e3o de que se trata de um utilit\u00e1rio voltado a quem quer ou precisa de espa\u00e7o. A gera\u00e7\u00e3o anterior j\u00e1 era maior que um Ford EcoSport, por exemplo, mas agora oferece dimens\u00f5es pr\u00f3ximas \u00e0s de um SUV de sete lugares.<br \/>\nPara quem j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 solteiro, tem filhos e costuma viajar, trata-se de um carro com poucos concorrentes diretos. E, se al\u00e9m disso o consumidor valoriza tecnologia e um visual mais moderno, a Captiva consegue se equiparar aos modelos chineses, com o diferencial de levar o peso de uma marca com 100 anos de atua\u00e7\u00e3o no Brasil.<br \/>\nEla deixa de ser uma boa op\u00e7\u00e3o apenas para quem n\u00e3o consegue recarregar o carro em casa e vive fora dos grandes centros urbanos. Isso porque, apesar do Brasil contar com 16.880 pontos de recarga, segundo a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do Ve\u00edculo El\u00e9trico (ABVE), a maioria deles est\u00e1 concentrada nas capitais:<br \/>\nS\u00e3o Paulo: 2.116 eletropostos;<br \/>\nRio de Janeiro: 963 eletropostos;<br \/>\nBras\u00edlia: 631 eletropostos;<br \/>\nCuritiba: 445 eletropostos;<br \/>\nGoi\u00e2nia: 330 eletropostos;<br \/>\nFortaleza: 294 eletropostos;<br \/>\nPorto Alegre: 288 eletropostos;<br \/>\nSalvador: 257 eletropostos;<br \/>\nBelo Horizonte: 234 eletropostos;<br \/>\nRecife: 203 eletropostos;<br \/>\nCampinas: 194 eletropostos.<br \/>\nDa lista acima, Campinas (SP) \u00e9 a \u00fanica cidade que n\u00e3o \u00e9 capital e concentra somente 1% de todos os eletropostos do pa\u00eds &#8211; S\u00e3o Paulo, por exemplo, tem 12,5%.<br \/>\nDiante desse cen\u00e1rio e se voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 longe de um eletroposto ou carregador, \u00e9 dif\u00edcil n\u00e3o recomendar a Captiva, mas vale ficar atento ao pre\u00e7o. Atualmente, ela custa menos que o BYD Yuan Plus, seu principal concorrente, mas essa rela\u00e7\u00e3o pode mudar.<br \/>\nO Chevrolet Spark, que estreou em situa\u00e7\u00e3o semelhante ao ser comparado ao BYD Dolphin, j\u00e1 passou por reajustes e hoje custa R$ 19.990 a mais que o rival.<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Chevrolet Captiva vira el\u00e9trica e chinesa, mais barata que o BYD concorrente A Chevrolet Captiva foi um enorme sucesso nos anos 2010, quando os SUVs ainda come\u00e7avam a se tornar mania no Brasil. Quando a montadora anunciou que o modelo voltaria, muita gente imaginou um carro diferente do que acabou surgindo. 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