{"id":67033,"date":"2026-03-20T18:04:19","date_gmt":"2026-03-20T21:04:19","guid":{"rendered":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/?p=67033"},"modified":"2026-03-20T18:04:19","modified_gmt":"2026-03-20T21:04:19","slug":"as-mulheres-que-se-arrependem-de-serem-maes-uma-armadilha-impossivel-de-escapar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/?p=67033","title":{"rendered":"As mulheres que se arrependem de serem m\u00e3es: &#8216;Uma armadilha imposs\u00edvel de escapar&#8217;"},"content":{"rendered":"<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2-g1.glbimg.com\/ufIywnUZYqJ2r_KAtgN-bNpXgzY=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2026\/K\/4\/KxtTj0T42UWzQQYcyjmA\/65afff20-1e3c-11f1-b048-c9424b2cf5fd.jpg.webp\"><br \/>     As mulheres que se arrependem de serem m\u00e3es: &#8216;Uma armadilha imposs\u00edvel de escapar&#8217;<br \/>\nGetty Images via BBC<br \/>\nCarmen adora seu filho de 10 anos de idade. Mas ela conta que, se pudesse voltar no tempo, nunca teria sido m\u00e3e.<br \/>\n&#8220;A maternidade acabou com a minha sa\u00fade, meu tempo, meu dinheiro, minha for\u00e7a e meu corpo&#8221;, segundo ela. &#8220;O pre\u00e7o \u00e9 alto demais e o custo \u00e9 para sempre.&#8221;<br \/>\nCarmen \u00e9 professora e est\u00e1 na casa dos 40 anos. Ela faz parte de uma comunidade oculta de mulheres que se arrependem de terem tido filhos.<br \/>\nEste arrependimento raramente \u00e9 expresso em voz alta.<br \/>\nVeja os videos em alta do g1<br \/>\nVeja os v\u00eddeos que est\u00e3o em alta no g1<br \/>\nAs mulheres que entraram em contato com a reportagem s\u00f3 concordaram em contar como se sentem em condi\u00e7\u00e3o de anonimato. Elas receiam ser objeto de julgamentos severos e suas fam\u00edlias n\u00e3o conhecem seu sentimento.<br \/>\nCarmen tentou expressar seu arrependimento em palavras em um f\u00f3rum geral de pais h\u00e1 alguns anos. Ela conta que algumas pessoas demonstraram empatia, mas outras reagiram como se ela fosse &#8220;um monstro&#8221;.<br \/>\nAs extremas press\u00f5es e sacrif\u00edcios que podem envolver a maternidade s\u00e3o retratadas no filme Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria. Sua protagonista, Rose Byrne, concorreu ao Oscar de melhor atriz de 2026, vencido por Jessie Buckley (Hamnet: A Vida Antes de Hamlet).<br \/>\nByrne oferece um retrato visceral de uma m\u00e3e desgastada, que se sente sozinha na luta para atender \u00e0s necessidades de sua filha e manter a estrutura da vida familiar.<br \/>\nRose Byrne interpreta Linda, uma m\u00e3e que enfrenta o estresse de tentar cuidar de sua filha cronicamente doente<br \/>\nLogan White\/A24 via BBC<br \/>\nCarmen se identifica com o tema do filme.<br \/>\n&#8220;A maternidade \u00e9 um trabalho sem fim que voc\u00ea faz mesmo quando n\u00e3o quer, pois uma pequena pessoa depende de voc\u00ea&#8221;, ela conta. &#8220;Parece uma armadilha da qual voc\u00ea n\u00e3o consegue escapar.&#8221;<br \/>\nEla \u00e9 inflexivelmente sincera ao expressar como ela acha que ser m\u00e3e \u00e9 &#8220;devastador&#8221;.<br \/>\nMas o brilho na sua voz \u00e9 percept\u00edvel quando pergunto sobre seu filho, Teo (nome fict\u00edcio).<br \/>\n&#8220;Teo n\u00e3o tem nada a ver com meu arrependimento&#8221;, ela conta. &#8220;Ele \u00e9 um menino fant\u00e1stico e ador\u00e1vel, que eu amo intensamente.&#8221;<br \/>\n&#8220;Daria minha vida por ele, sem d\u00favida. Ele \u00e9 gentil, f\u00e1cil de se lidar e um aluno brilhante.&#8221;<br \/>\nPara a psicoterapeuta Anna Mathur, &#8220;muitas vezes, quando as mulheres sentem seguran\u00e7a suficiente para falar sobre o arrependimento maternal, o que aflora n\u00e3o \u00e9 falta de amor, mas a sensa\u00e7\u00e3o de isolamento, exaust\u00e3o ou perda de identidade&#8221;.<br \/>\nCarmen se descreve como perfeccionista. Ela considera dif\u00edcil suportar a responsabilidade de criar &#8220;um bom cidad\u00e3o, uma pessoa boa e feliz&#8221;.<br \/>\nCarmen prometeu a si mesma que Teo nunca se sentiria como ela enquanto crescesse. Ela vem de uma fam\u00edlia pobre e disfuncional, &#8220;onde a viol\u00eancia era a linguagem principal&#8221; e nunca se sentiu amada.<br \/>\nInicialmente, ser m\u00e3e era &#8220;uma alegria&#8221;, ela conta. Teo dormia bem e ela gostava dos dias que passava cuidando do seu beb\u00ea, quando estava em licen\u00e7a-maternidade.<br \/>\nMas tudo mudou quando seu filho come\u00e7ou a mostrar s\u00e9rios atrasos de desenvolvimento. &#8220;Cada momento simples se transformou em motivo de observa\u00e7\u00e3o e preocupa\u00e7\u00e3o&#8221;, segundo Carmen.<br \/>\n&#8220;Eu me senti muito culpada&#8221;, ela conta, &#8220;e receei que sua vida se tornaria uma luta.&#8221;<br \/>\nPor fim, Teo n\u00e3o foi diagnosticado com as condi\u00e7\u00f5es temidas por Carmen. Agora, ele se sai bem, mas a m\u00e3e afirma que o estresse e a preocupa\u00e7\u00e3o constante fizeram com que ela desenvolvesse uma doen\u00e7a autoimune.<br \/>\nAs mulheres que se arrependem de serem m\u00e3es: &#8216;Uma armadilha imposs\u00edvel de escapar&#8217;<br \/>\nGetty Images via BBC<br \/>\nRelacionar o arrependimento materno a pais negligentes e pouco amorosos \u00e9 uma conclus\u00e3o precipitada, segundo a soci\u00f3loga israelense Orna Donath, autora do livro Regretting Motherhood: A Study (&#8220;Maternidade arrependida: um estudo&#8221;, em tradu\u00e7\u00e3o livre).<br \/>\nDonath entrevistou 23 m\u00e3es. Cada uma delas enfatizou a diferen\u00e7a entre seus sentimentos de arrependimento da maternidade e como elas se sentiam em rela\u00e7\u00e3o aos seus filhos.<br \/>\nDiversas se sentiam enganadas pela maternidade porque a realidade n\u00e3o correspondia \u00e0 vers\u00e3o idealizada vendida pela sociedade.<br \/>\n&#8220;Lamento ter tido filhos e sido m\u00e3e, mas amo os filhos que tenho&#8221;, diz uma participante do estudo, m\u00e3e de dois adolescentes.<br \/>\n&#8220;Eu gosto que eles estejam aqui, simplesmente n\u00e3o quero ser m\u00e3e.&#8221;<br \/>\nOs poucos dados dispon\u00edveis indicam que esta sensa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 incomum.<br \/>\nUm estudo de 2023, realizado na Pol\u00f4nia, estima que 5 a 14% dos pais se arrependem da sua decis\u00e3o de ter filhos e optariam por n\u00e3o ser pais, se tivessem uma nova chance.<br \/>\nOs pais podem n\u00e3o falar abertamente sobre o arrependimento, mas eles est\u00e3o encontrando uma comunidade na internet.<br \/>\nCarmen percebeu que n\u00e3o estava sozinha quando entrou no grupo do Facebook I Regret Having Children (&#8220;Eu me arrependo de ter filhos&#8221;, em tradu\u00e7\u00e3o livre), com 96 mil membros espalhados pelo mundo.<br \/>\n&#8220;A maternidade \u00e9 repleta de doces momentos, mas eles n\u00e3o compensam a liberdade que eu poderia ter no lugar deles&#8221;, declarou \u00e0 BBC uma das m\u00e3es do grupo. Ela mora na Austr\u00e1lia e tem uma filha de cinco anos de idade.<br \/>\n&#8220;Uso bem a minha m\u00e1scara em frente \u00e0 minha filha&#8221;, ela conta. &#8220;Mas, quando ela est\u00e1 na cama e meu marido e eu temos aquela janela curta de tempo de qualidade juntos, tiro minha m\u00e1scara e prefiro ficar sozinha.&#8221;<br \/>\nTer um filho significa que as finan\u00e7as s\u00e3o apertadas e todos os seus objetivos e ambi\u00e7\u00f5es (como viajar, abrir um neg\u00f3cio e construir um portf\u00f3lio de investimentos) foram colocados de lado.<br \/>\n&#8220;Perdi toda a motiva\u00e7\u00e3o para tudo&#8221;, segundo ela, &#8220;exceto tentar criar um ser humano decente neste mundo confuso.&#8221;<br \/>\nAs mulheres que se arrependem de serem m\u00e3es: &#8216;Uma armadilha imposs\u00edvel de escapar&#8217;<br \/>\nGetty Images via BBC<br \/>\nOutra m\u00e3e, esta do Reino Unido, afirma que acha um &#8220;menosprezo&#8221; quando as pessoas consideram que uma m\u00e3e infeliz deve estar sofrendo de depress\u00e3o p\u00f3s-parto.<br \/>\n&#8220;As pessoas ficam mais confort\u00e1veis rotulando desta forma. Meus filhos, agora, s\u00e3o adultos e eu ainda lamento a vida que nunca consegui ter.&#8221;<br \/>\n&#8220;Agora, minha preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 ter que cuidar dos futuros netos&#8221;, ela conta. &#8220;A cria\u00e7\u00e3o n\u00e3o acaba nunca.&#8221;<br \/>\nO grupo do Facebook foi criado em 2007. Seu conte\u00fado vem direto dos pais (principalmente, mulheres) que enviam mensagens privadas com suas hist\u00f3rias, para que sejam postadas de forma an\u00f4nima.<br \/>\nA moderadora do grupo \u00e9 a cientista de laborat\u00f3rio norte-americana Gianina, de 44 anos. Ela conta que &#8220;o objetivo nunca foi envergonhar os pais, nem promover um estilo de vida espec\u00edfico&#8221;.<br \/>\n&#8220;\u00c9 mais quest\u00e3o de documentar um fen\u00f4meno cultural que, muitas vezes, n\u00e3o tem espa\u00e7o nas conversas comuns&#8221;, segundo ela.<br \/>\n&#8220;A comunidade \u00e9 grande e ativa porque muitas pessoas lutam silenciosamente com sentimentos que, segundo ouviram, n\u00e3o deveriam existir.&#8221;<br \/>\nGianina tinha d\u00favidas se deveria ter filhos e conta que a leitura das hist\u00f3rias no f\u00f3rum influenciou sua decis\u00e3o de n\u00e3o ser m\u00e3e.<br \/>\nOs jovens adultos atuais abordam a quest\u00e3o de ter filhos de forma muito diferente das gera\u00e7\u00f5es anteriores, segundo a psicoterapeuta irlandesa Margaret O&#8217;Connor, especializada em ajudar as pessoas a decidir se devem ou n\u00e3o ser pais.<br \/>\n&#8220;Existe muito mais percep\u00e7\u00e3o de que isso \u00e9 uma escolha&#8221;, segundo O&#8217;Connor. &#8220;N\u00e3o \u00e9 algo autom\u00e1tico, que voc\u00ea precisa fazer.&#8221;<br \/>\n&#8220;Tenho pessoas que me procuram na casa dos 20 e 30 anos de idade que sabem que querem ter filhos, mas ainda se preocupam um pouco com as dificuldades e gostariam de ter mais apoio para enfrentar isso.&#8221;<br \/>\n\u00c9 dif\u00edcil indicar os sinais vermelhos que podem levar uma mulher a se arrepender da sua decis\u00e3o de buscar a maternidade, alerta O&#8217;Connor, pois a experi\u00eancia de cada pessoa \u00e9 \u00fanica.<br \/>\n&#8220;Voc\u00ea precisa ter a m\u00e1xima certeza poss\u00edvel sobre esta grande decis\u00e3o e tom\u00e1-la por seus pr\u00f3prios motivos&#8230; n\u00e3o por press\u00f5es externas do seu parceiro ou dos seus pais&#8221;, ela conta.<br \/>\nEla tamb\u00e9m aconselha a n\u00e3o comprar com tanta rapidez a ideia de &#8220;aldeia&#8221; que todos ir\u00e3o defender.<br \/>\n&#8220;A mensagem que recebemos, geralmente, \u00e9 &#8216;todos estaremos aqui para cuidar do beb\u00ea&#8221;, destaca ela.<br \/>\n&#8220;Mas as pessoas, muitas vezes, n\u00e3o est\u00e3o. \u00c9 o seu beb\u00ea e voc\u00ea ser\u00e1 respons\u00e1vel por ele.&#8221;<br \/>\nPara O&#8217;Connor, \u00e9 totalmente normal que os pais se arrependam, considerando a dimens\u00e3o e o grau de exig\u00eancia da fun\u00e7\u00e3o.<br \/>\nEla sugere procurar um terapeuta para tentar descobrir a causa desse arrependimento e falar &#8220;em um espa\u00e7o seguro, onde n\u00e3o haver\u00e1 julgamentos&#8221;.<br \/>\nO arrependimento maternal nem sempre \u00e9 &#8220;pura ou totalmente revers\u00edvel&#8221;, segundo Mathur.<br \/>\n&#8220;Para algumas mulheres, estes sentimentos [de arrependimento] s\u00e3o significativamente reduzidos ou se alteram com o apoio, descanso, tempo e mudan\u00e7a das circunst\u00e2ncias&#8221;, orienta ela.<br \/>\n&#8220;Mas, para outras, elementos desta sensa\u00e7\u00e3o ainda assim podem permanecer e \u00e9 importante dar espa\u00e7o para esta honestidade, sem sentir vergonha.&#8221;<br \/>\nAs mulheres que se arrependem de serem m\u00e3es: &#8216;Uma armadilha imposs\u00edvel de escapar&#8217;<br \/>\nGetty Images via BBC<br \/>\nO estudo de Orna Donath tamb\u00e9m concluiu que, para algumas pessoas, o arrependimento da maternidade \u00e9 uma sensa\u00e7\u00e3o que nunca desaparece.<br \/>\n&#8220;Todas as mulheres com quem conversei tentam fazer o seu melhor, paralelamente ao seu arrependimento&#8221;, ela conta.<br \/>\n&#8220;H\u00e1 alguns anos, recebi uma carta de uma mulher que se arrepende de ser m\u00e3e&#8221;, ela conta.<br \/>\n&#8220;Ela escreveu que o que a ajuda n\u00e3o \u00e9 ter esperan\u00e7a de que, um dia, isso desapare\u00e7a&#8230; Ela prefere aceitar em vez de lutar contra isso e ficar desolada toda vez que perceber que n\u00e3o ir\u00e1 passar.&#8221;<br \/>\nCarmen acredita que a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 permanente, &#8220;pois o sacrif\u00edcio \u00e9 para sempre&#8221;.<br \/>\nMas ela consulta um terapeuta h\u00e1 alguns anos e afirma que ele a ajudou a se aceitar e reconhecer como se sente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 maternidade.<br \/>\n&#8220;N\u00e3o vivo mais me sentindo amarga&#8221;, ela conta.<br \/>\nAgora, Carmen reserva um tempo para ir \u00e0 academia, encontrar amigos e tenta se permitir n\u00e3o lutar pela perfei\u00e7\u00e3o.<br \/>\n&#8220;Finalmente posso dizer &#8216;n\u00e3o, desculpe, estou cansada e vou dormir cedo. Coma o que quiser na janta; o papai est\u00e1 aqui.'&#8221;<br \/>\nEla aprendeu que, quando faz isso, o mundo n\u00e3o implode.<br \/>\n&#8220;Teo observa que sou um ser humano, que n\u00e3o sou perfeita, e aceita isso.&#8221;<br \/>\nPergunto a Carmen qual o momento mais feliz que ela passa com seu filho. Ela responde que, todas as noites, antes de Teo ir dormir, eles sobem na mesma cama e contam seu dia um para o outro.<br \/>\nTeo se esquiva para o calor do edredon e se aconchega junto \u00e0 m\u00e3e.<br \/>\n&#8220;\u00c9 ali que entro realmente em conex\u00e3o com Teo e observo a pessoa que mais amo no mundo&#8221;, ela conta. &#8220;Deixo de me sentir um monstro.&#8221;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As mulheres que se arrependem de serem m\u00e3es: &#8216;Uma armadilha imposs\u00edvel de escapar&#8217; Getty Images via BBC Carmen adora seu filho de 10 anos de idade. 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