{"id":68564,"date":"2026-04-22T18:04:58","date_gmt":"2026-04-22T21:04:58","guid":{"rendered":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/?p=68564"},"modified":"2026-04-22T18:04:58","modified_gmt":"2026-04-22T21:04:58","slug":"meu-filho-nasceu-no-caminho-para-o-hospital-por-que-partos-rapidos-acontecem-com-mais-frequencia-do-que-se-imagina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/?p=68564","title":{"rendered":"&#8216;Meu filho nasceu no caminho para o hospital&#8217;: por que partos r\u00e1pidos acontecem &#8216;com mais frequ\u00eancia do que se imagina&#8217;"},"content":{"rendered":"<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2-g1.glbimg.com\/WpCJ4i4bPnK0A-mc_8EN2jdeHwE=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2026\/t\/f\/VpK4PnSWSfDjZAjHOrjg\/lais-pironnet.jpeg\"><br \/>     &#8216;Meu filho nasceu no caminho para o hospital&#8217;: por que partos r\u00e1pidos acontecem &#8216;com mais frequ\u00eancia do que se imagina&#8217;<br \/>\nLais Pironnet<br \/>\nQuando a arquiteta Lais Pironnet engravidou do seu segundo filho, n\u00e3o imaginava que viveria algo muito diferente da experi\u00eancia que teve ao dar \u00e0 luz sua primog\u00eanita, Victoria.<br \/>\n&#8220;Foi um parto normal, com dura\u00e7\u00e3o de 27 horas. Ela nasceu em casa, no quartinho dela, o que \u00e9 permitido em Amsterd\u00e3, onde eu morava na \u00e9poca. Foi uma experi\u00eancia muito positiva.&#8221;<br \/>\nPara receber Miguel, Lais, hoje com 34 anos e morando no interior de S\u00e3o Paulo, contratou uma enfermeira e uma doula com o objetivo de ter novamente um parto normal \u2014 dessa vez no hospital.<br \/>\n&#8220;Quando come\u00e7aram as contra\u00e7\u00f5es, achei que o trabalho de parto duraria horas, como no primeiro. Imaginei pelo menos seis horas para o corpo se preparar.&#8221;<br \/>\nMas Miguel tinha outros planos.<br \/>\n&#8220;Comecei a administrar as contra\u00e7\u00f5es e percebi que estavam ficando muito pr\u00f3ximas. Contatei minha enfermeira, Carol, que foi at\u00e9 minha casa para verificar a dilata\u00e7\u00e3o. Fazia apenas 40 minutos que as contra\u00e7\u00f5es tinham come\u00e7ado e eu j\u00e1 estava com 8 cent\u00edmetros de dilata\u00e7\u00e3o. Ela sugeriu irmos ao hospital, porque o beb\u00ea ainda estava alto e daria tempo de chegar para fazer manobras e massagens que ajudariam na descida.&#8221;<br \/>\nVeja os v\u00eddeos que est\u00e3o em alta no g1<br \/>\nNo trajeto do quarto at\u00e9 o carro, Lais teve mais tr\u00eas contra\u00e7\u00f5es seguidas. Diante da rapidez da evolu\u00e7\u00e3o, a enfermeira decidiu acompanh\u00e1-la no mesmo carro, junto com o marido e a irm\u00e3 da paciente.<br \/>\n&#8220;Foi a minha sorte, porque, no caminho para o hospital \u2014 um trajeto de cerca de 15 minutos \u2014 comecei a sentir contra\u00e7\u00f5es de expuls\u00e3o e disse: &#8216;Carol, ele est\u00e1 saindo&#8217;.&#8221;<br \/>\nEm quest\u00e3o de segundos, o marido de Lais parou o carro no acostamento, e o parto come\u00e7ou ali mesmo.<br \/>\n&#8220;Lembro do barulho dos caminh\u00f5es passando e de ver minha irm\u00e3 chorando. Foi uma experi\u00eancia intensa e inesperada. O trabalho de parto inteiro durou cerca de 1h40. Nunca imaginei que isso aconteceria comigo.&#8221;<br \/>\nApesar da cena que poderia parecer cinematogr\u00e1fica, Lais conta que n\u00e3o se sentiu nervosa.<br \/>\n&#8220;Com as contra\u00e7\u00f5es, voc\u00ea entra na &#8216;partol\u00e2ndia&#8217;. Eu n\u00e3o pensei em muita coisa. Senti principalmente al\u00edvio, porque achava que duraria muito tempo, como o parto da minha primeira filha. N\u00e3o senti medo. Sei que o corpo est\u00e1 preparado para isso. Minha enfermeira, minha irm\u00e3 e meu marido estavam comigo. Foi uma sensa\u00e7\u00e3o de al\u00edvio: ele estava saindo.&#8221;<br \/>\nPartos que acontecem muito r\u00e1pido, como o de Lais, s\u00e3o chamados de taquit\u00f3cicos, explica a medica Adriana Lippi Waissman, membro da Comiss\u00e3o Nacional Especializada em Assist\u00eancia ao Abortamento, Parto e Puerp\u00e9rio da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira das Associa\u00e7\u00f5es em Ginecologia e Obstetr\u00edcia (FEBRASGO).<br \/>\n&#8221;Esses partos acontecem com mais frequ\u00eancia do que se imagina. N\u00e3o existe uma explica\u00e7\u00e3o muito l\u00f3gica, porque dependem de uma s\u00e9rie de rea\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas no organismo da m\u00e3e que v\u00e3o desencadear esse processo. N\u00e3o existe uma previs\u00e3o para que isso aconte\u00e7a. \u00c9 uma caixinha de surpresas.&#8221;<br \/>\nDo ponto de vista fisiol\u00f3gico, o trabalho de parto \u00e9 resultado de um equil\u00edbrio delicado entre horm\u00f4nios \u2014 como a ocitocina e as prostaglandinas \u2014 que estimulam as contra\u00e7\u00f5es uterinas, e a resposta do colo do \u00fatero, que precisa amolecer, apagar e dilatar.<br \/>\nEm um parto taquit\u00f3cico, essas contra\u00e7\u00f5es podem se tornar muito intensas e coordenadas em um intervalo curto de tempo, acelerando rapidamente a dilata\u00e7\u00e3o e a descida do beb\u00ea pelo canal de parto.<br \/>\nSegundo a m\u00e9dica, existem, no entanto, algumas suposi\u00e7\u00f5es.<br \/>\n&#8221;O pr\u00f3prio estresse da mulher pode influenciar. Um \u00fatero muito distendido, como quando h\u00e1 muito l\u00edquido amni\u00f3tico, gesta\u00e7\u00f5es gemelares ou beb\u00eas muito grandes, pode levar a isso. Outra situa\u00e7\u00e3o relacionada \u00e0 placenta \u00e9 o descolamento prematuro, que por diversas raz\u00f5es pode ocorrer. Esse descolamento leva a um est\u00edmulo da musculatura pela presen\u00e7a de sangue dentro da cavidade uterina.&#8221;<br \/>\nOutra situa\u00e7\u00e3o semelhante seria o sofrimento do beb\u00ea. Existem circunst\u00e2ncias, conforme descreve a m\u00e9dica, em que o beb\u00ea entra em sofrimento e elimina fezes, o mec\u00f4nio, que irrita as fibras musculares do \u00fatero e pode causar um parto taquit\u00f3cico. Outra situa\u00e7\u00e3o, ainda, seria infec\u00e7\u00e3o da cavidade amni\u00f3tica, que tamb\u00e9m pode levar a um parto muito r\u00e1pido.<br \/>\n&#8221;Dentro do hospital, uma circunst\u00e2ncia mais frequente \u00e9 o uso de medicamentos que estimulam a contra\u00e7\u00e3o uterina. Medicamentos utilizados via vaginal para induzir o trabalho de parto ou o uso de ocitocina em doses \u00e0s vezes excessivas podem levar a um parto muito r\u00e1pido.&#8221;<br \/>\n&#8221;Mas existem muitas circunst\u00e2ncias, principalmente quando a mulher tem um parto domiciliar ou no carro, que acontecem de forma idiop\u00e1tica, sem que possamos determinar uma causa&#8221;, aponta Waissman.<br \/>\nNo caso de Lais, a m\u00e9dica aponta um fator conhecido por contribuir para partos mais r\u00e1pidos: quando a m\u00e3e j\u00e1 pariu antes.<br \/>\n&#8220;Em casos de parto normal, o segundo filho geralmente nasce mais r\u00e1pido que o primeiro, o terceiro mais r\u00e1pido que o segundo e assim sucessivamente. O corpo vai se adaptando, o canal de parto j\u00e1 foi testado. Do ponto de vista fisiol\u00f3gico, o trabalho de parto tende a ser mais r\u00e1pido em mulheres que j\u00e1 tiveram filhos&#8221;, aponta Waissman.<br \/>\nSegundo ela, a fase ativa do trabalho de parto no primeiro filho pode durar cerca de seis horas, enquanto em uma mulher que j\u00e1 teve filhos, pode variar entre tr\u00eas horas e meia e quatro horas.<br \/>\n&#8220;E em caso de ces\u00e1rea, se a paciente nunca entrou em trabalho de parto, a gesta\u00e7\u00e3o seguinte funciona como se fosse a primeira em rela\u00e7\u00e3o ao trabalho de parto, podendo ser igualmente demorada. Mas, se ela entrou em trabalho de parto, chegou a dilatar e a gesta\u00e7\u00e3o terminou em ces\u00e1rea por outras raz\u00f5es, na gravidez seguinte o parto pode ser mais r\u00e1pido, porque o colo do \u00fatero e o organismo j\u00e1 passaram pela fisiologia.&#8221;<br \/>\nDepois do nascimento de Miguel, Lais seguiu para o hospital.<br \/>\n&#8220;Fizemos todo o procedimento da golden hour. Fiquei com ele no colo durante todo o percurso at\u00e9 o hospital, com a placenta ainda no meu corpo. Ao chegar, fomos para o quarto e s\u00f3 depois cortamos o cord\u00e3o umbilical.&#8221;<br \/>\n&#8220;Como ele nasceu muito r\u00e1pido, em apenas duas contra\u00e7\u00f5es de expuls\u00e3o, n\u00e3o conseguiu eliminar todo o l\u00edquido dos pulm\u00f5es e precisou ficar dois dias na UTI para observa\u00e7\u00e3o da respira\u00e7\u00e3o. Tivemos que cortar o cord\u00e3o um pouco antes do planejado por causa disso, mas, ainda assim, tive todo esse tempo com ele.&#8221;<br \/>\nLais e seu marido no hospital ap\u00f3s o nascimento de Miguel<br \/>\nLais Pironnet<br \/>\nComo saber quando o trabalho de parto come\u00e7ou?<br \/>\nSegundo a m\u00e9dica da FEBRASGO, \u00e9 muito dif\u00edcil diagnosticar com exatid\u00e3o o in\u00edcio do trabalho de parto, j\u00e1 que isso depende muito da sensibilidade individual de cada mulher &#8211; e a dor pode ser experienciada de forma diferente para cada pessoa.<br \/>\n&#8220;Existe a chamada fase latente, que \u00e9 uma fase em que se inicia o trabalho de parto. \u00c9 uma fase mais lenta, em que o colo do \u00fatero vai se preparando para a dilata\u00e7\u00e3o. Em algumas mulheres, essa fase pode demorar at\u00e9 oito horas. As contra\u00e7\u00f5es ainda s\u00e3o menos intensas e menos frequentes.&#8221;<br \/>\nNa fase de lat\u00eancia, explica, as contra\u00e7\u00f5es come\u00e7am de forma irregular. A mulher sente uma press\u00e3o na regi\u00e3o sacral, uma dor leve. As contra\u00e7\u00f5es acontecem de forma irregular, uma agora, outra daqui a uma hora, outra em cinco minutos.<br \/>\nA fase seguinte, evolui para a fase ativa do trabalho de parto.<br \/>\n&#8220;\u00c9 a\u00ed que as contra\u00e7\u00f5es s\u00e3o percebidas pela mulher de uma forma mais intensa e levam a uma dilata\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida. Geralmente as pacientes sentem uma press\u00e3o na regi\u00e3o sacral, na bacia. Essa \u00e9 uma fase mais r\u00e1pida, que dependendo da mulher pode demorar de quatro a seis horas. A percep\u00e7\u00e3o do corpo \u00e9 muito importante, especialmente a percep\u00e7\u00e3o das contra\u00e7\u00f5es.&#8221;<br \/>\nQuando essas contra\u00e7\u00f5es come\u00e7am a adquirir regularidade, por exemplo, durante uma hora a paciente percebe que a barriga est\u00e1 enrijecida e sente press\u00e3o a cada dez minutos, vale a pena procurar ajuda.<br \/>\nVale a pena procurar o hospital mais pr\u00f3ximo para que o profissional de sa\u00fade possa verificar se essa paciente realmente est\u00e1 em trabalho de parto, se j\u00e1 est\u00e1 na hora de internar ou se ainda \u00e9 uma fase muito inicial.<br \/>\nLocal de nascimento: a estrada<\/p>\n<p>Lais Pironnet<br \/>\nQuando foram registrar o beb\u00ea, Lais conta que o cart\u00f3rio sugeriu imprimir o hospital como local de nascimento, &#8220;mas meu marido disse que n\u00e3o permitiria, porque ele n\u00e3o nasceu l\u00e1. Ele quis colocar exatamente o local e o hor\u00e1rio. Agora, a certid\u00e3o consta que ele nasceu na estrada&#8221;.<br \/>\n&#8220;O carro era da minha sogra, mas ela nao se importou nem um pouco com a sujeira&#8221;, conta Lais, sorrindo.<br \/>\n&#8220;Ela ficou t\u00e3o feliz que decidiu n\u00e3o vender o carro e pretende guard\u00e1-lo para dar ao Miguel quando ele crescer, como lembran\u00e7a.&#8221;<br \/>\nEntre o tempo do corpo e a indica\u00e7\u00e3o m\u00e9dica<br \/>\n&#8220;Sempre quis ser m\u00e3e. Foi uma das melhores escolhas da minha vida&#8221;, diz Lais. No Brasil, conta ela, &#8220;a cultura da ces\u00e1rea \u00e9 muito forte, ent\u00e3o eu achava que essa seria minha op\u00e7\u00e3o. Nunca tinha pensado como seria o parto normal&#8221;.<br \/>\nO Brasil \u00e9, de fato, um dos pa\u00edses que mais realizam ces\u00e1reas no mundo. Nos \u00faltimos anos, dados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, por meio do Sistema de Informa\u00e7\u00f5es sobre Nascidos Vivos (Sinasc), indicam que a taxa nacional ultrapassou 57%. No setor privado, os n\u00fameros s\u00e3o ainda mais elevados: segundo a Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade Suplementar (ANS), os \u00edndices superam 80%.<br \/>\nCom isso, o pa\u00eds segue na dire\u00e7\u00e3o oposta \u00e0 recomenda\u00e7\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), que orienta que as taxas de ces\u00e1rea fiquem em torno de 10% a 15% dos nascimentos, percentual considerado suficiente para atender \u00e0s situa\u00e7\u00f5es em que a cirurgia \u00e9, de fato, necess\u00e1ria.<br \/>\nPara Lais, o parto normal se tornou uma op\u00e7\u00e3o quando ela se mudou para a Holanda. &#8220;Quando fui morar em Amsterd\u00e3, tive amigas que passaram por partos normais. Conversando com elas, fui entendendo esse universo. Fiz um curso que abriu minha cabe\u00e7a e vi o qu\u00e3o natural \u00e9 o corpo trabalhar.&#8221;<br \/>\nO Minist\u00e9rio da Sa\u00fade incentiva o parto normal por estar associado, na maioria dos casos, a uma recupera\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida e a menores riscos de complica\u00e7\u00f5es para a mulher, como infec\u00e7\u00f5es e hemorragias.<br \/>\nPara o beb\u00ea, os benef\u00edcios incluem melhor adapta\u00e7\u00e3o respirat\u00f3ria ao nascer, j\u00e1 que a passagem pelo canal de parto ajuda a eliminar l\u00edquidos dos pulm\u00f5es, al\u00e9m de favorecer o contato pele a pele imediato e o in\u00edcio precoce da amamenta\u00e7\u00e3o.<br \/>\nMas a m\u00e9dica Adriana Lippi Waissman, pondera que h\u00e1 situa\u00e7\u00f5es em que a cirurgia \u00e9 necess\u00e1ria e muito bem-vinda.<br \/>\n&#8220;Existem circunst\u00e2ncias em que o parto normal n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel e pode oferecer risco para a mulher e para o beb\u00ea. \u00c0s vezes h\u00e1 obstru\u00e7\u00e3o no canal de parto, como um canal estreito, tumora\u00e7\u00f5es ou outras condi\u00e7\u00f5es. Nessas circunst\u00e2ncias, h\u00e1 necessidade de ces\u00e1rea.&#8221;<br \/>\n&#8220;Sem d\u00favida nenhuma, o parto vaginal \u00e9 o mais fisiol\u00f3gico. Mas a ces\u00e1rea \u00e9 muito bem-vinda quando necess\u00e1ria. Existem v\u00e1rias raz\u00f5es para realiz\u00e1-la.&#8221;<br \/>\nEntre elas, est\u00e3o condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas espec\u00edficas. &#8220;Pacientes com cicatrizes no \u00fatero, pacientes com mais de duas ces\u00e1reas anteriores, por exemplo, t\u00eam risco de ruptura uterina. O \u00fatero pode se abrir e evoluir com hemorragia interna, o que \u00e9 uma urg\u00eancia obst\u00e9trica.&#8221;<br \/>\n&#8220;Existem outras raz\u00f5es relacionadas a patologias maternas que exigem ces\u00e1rea, assim como raz\u00f5es fetais. Portanto, depende de cada situa\u00e7\u00e3o. A obstetr\u00edcia \u00e9 uma caixinha de surpresas. N\u00f3s sempre tentamos o parto via vaginal, que \u00e9 o mais fisiol\u00f3gico. No entanto, existem circunst\u00e2ncias em que a ces\u00e1rea \u00e9 mais segura tanto para a m\u00e3e quanto para o feto.&#8221;<br \/>\nLEIA TAMB\u00c9M:<br \/>\nEm duas gesta\u00e7\u00f5es, mulher d\u00e1 \u00e0 luz em minutos no banheiro de casa e n\u00e3o consegue chegar ao hospital<br \/>\nLei que regulamenta doulas \u00e9 sancionada e amplia direitos de gestantes<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8216;Meu filho nasceu no caminho para o hospital&#8217;: por que partos r\u00e1pidos acontecem &#8216;com mais frequ\u00eancia do que se imagina&#8217; Lais Pironnet Quando a arquiteta Lais Pironnet engravidou do seu segundo filho, n\u00e3o imaginava que viveria algo muito diferente da experi\u00eancia que teve ao dar \u00e0 luz sua primog\u00eanita, Victoria. &#8220;Foi um parto normal, com [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":261,"featured_media":68565,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[156],"class_list":{"0":"post-68564","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-saude"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/lais-pironnet.jpeg","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/68564","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/261"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=68564"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/68564\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/68565"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=68564"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=68564"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crajubaremacao.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=68564"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}