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Crajubar em Ação > Blog > Saúde > Laureados do Nobel de Medicina dizem esperar que descoberta leve a novos tratamentos contra câncer e doenças autoimunes
Saúde

Laureados do Nobel de Medicina dizem esperar que descoberta leve a novos tratamentos contra câncer e doenças autoimunes

g1
Ultima atualização: 2025/12/06 at 6:00 PM
Por g1
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Nobel de Medicina: entenda descoberta que abriu caminho para terapias contra o câncer
Os vencedores do Prêmio Nobel de Medicina de 2025 afirmaram neste sábado (6) que esperam que suas descobertas ajudem a desenvolver novos tratamentos para câncer e doenças autoimunes.
Em coletiva de imprensa em Estocolmo, os imunologistas Shimon Sakaguchi, do Japão, e os norte-americanos Mary Brunkow e Fred Ramsdell destacaram também a importância de apoiar pesquisas de longo prazo e de valorizar a ciência básica.
“Espero que, com este Nobel, a sociedade reconheça a importância das ciências médicas e da pesquisa biomédica”, disse Sakaguchi, da Universidade de Osaka, ao abrir a coletiva.
O trio foi premiado por desvendar o papel das células T reguladoras (Treg) — um tipo especial de linfócito que atua como “freio” do sistema imunológico, impedindo que ele ataque o próprio corpo.
A descoberta revelou o mecanismo central da tolerância imunológica, base essencial para o entendimento de doenças como diabetes tipo 1, lúpus e artrite reumatoide, e abriu caminho para estratégias que buscam modular o sistema imune com mais precisão.
“Claro que espero que a descoberta leve terapias para as pessoas — e estamos trabalhando nisso, sou otimista”, afirmou Ramsdell. “Mas o legado maior, para mim, é que as pessoas reconheçam o valor da pesquisa básica e a importância de apoiar estudos que podem levar anos para dar frutos.”
Vencedores do Nobel da Medicina Mary E. Brunkow, Fred Ramsdell and Shimon Sakaguchi
Reprodução/Nobel Prize
Mary Brunkow, que também participou dos experimentos que ajudaram a identificar o gene responsável pela função das Treg, reforçou o impacto duradouro das descobertas.
“Estou profundamente honrada e comovida pelo que o prêmio representa — ou melhor, pelo impacto do trabalho que foi reconhecido. Realmente vejo o quanto ele transformou a área”, disse.
O que descobertas sobre o sistema imune revelaram
As descobertas sobre a chamada tolerância imune periférica explicam como o nosso sistema distingue o próprio tecido de agentes invasores. Isso vem ajudando no desenvolvimento de tratamentos contra o câncer, doenças autoimunes e transplantes mais bem-sucedidos. Vários estudos baseados nessa linha de pesquisa estão em fase de testes clínicos.
A pesquisa revelou as células T reguladoras (Treg), que funcionam como “guardiãs” do sistema imune, impedindo que linfócitos ataquem órgãos e tecidos saudáveis.
“Essas descobertas foram decisivas para compreendermos como o sistema imunológico funciona e por que nem todos desenvolvemos doenças autoimunes graves”, afirmou Olle Kämpe, presidente do Comitê Nobel de Medicina.
Nobel de Medicina – tolerância imune periférica
Jorge Kalil, membro titular da Academia Brasileira de Ciências e da Academia Nacional de Medicina/Arte g1
O trabalho de Sakaguchi, publicado em 1995, mostrou que a tolerância imunológica não ocorre apenas pela eliminação de células potencialmente perigosas no timo (processo conhecido como tolerância central), como se acreditava até então. Ele identificou um novo tipo de célula — as T reguladoras — capazes de proteger o corpo de doenças autoimunes.
Anos depois, em 2001, Mary Brunkow e Fred Ramsdell descobriram juntos que uma mutação no gene FOXP3 estava por trás de uma síndrome autoimune grave, o IPEX, e mostraram que o gene é essencial para o desenvolvimento dessas mesmas células T reguladoras.
Dois anos depois, Sakaguchi conseguiu demonstrar que o FOXP3 controla exatamente as células que havia descrito. Essas descobertas abriram um novo campo de pesquisa — o da tolerância imune periférica — e impulsionaram o desenvolvimento de tratamentos para câncer, doenças autoimunes e transplantes, alguns já em fase de testes clínicos.
Aplicações médicas e impacto
O imunologista Jorge Kalil, membro da Academia Brasileira de Ciências e da Academia Nacional de Medicina, explicou ao g1 que o trabalho pode mudar o futuro dos transplantes.
“Se conseguirmos desenvolver células reguladoras que permitam tolerância a um órgão transplantado, isso seria um avanço enorme. O mesmo vale para o câncer: muitas vezes são essas células que impedem o sistema de reagir. Entender e modular isso abre muitas portas do ponto de vista terapêutico.”
Pesquisas atuais testam o uso da interleucina-2, uma substância que ajuda as T reguladoras a proliferar, em pacientes com doenças autoimunes e transplantados. Outras linhas trabalham com terapia celular personalizada, multiplicando T reguladoras em laboratório e reinjetando-as no paciente para controlar inflamações graves.
Segundo o Comitê Nobel, as descobertas dos três cientistas “lançaram as bases para uma nova era da imunologia e abriram caminho para tratamentos que podem beneficiar milhões de pessoas”.
Cerimônia e premiação
Os três cientistas receberão o prêmio na próxima quarta-feira (10), em cerimônia no Auditório de Concertos de Estocolmo, seguida por uma recepção na Prefeitura da cidade, com a presença da família real sueca.
O Nobel inclui uma medalha de ouro e o equivalente a R$ 6,7 milhõs (11 milhões de coroas suecas). Segundo o comitê do prêmio, sediado no Instituto Karolinska, na Suécia, as descobertas “abriram caminho para uma nova era da imunologia e inspiraram o desenvolvimento de terapias inovadoras para doenças autoimunes e inflamatórias”.
“Entender como o corpo se controla é entender a essência da imunidade”, disse Sakaguchi, ao encerrar a entrevista. “Espero que possamos continuar a transformar esse conhecimento em algo que beneficie as pessoas.”
Nobel de Medicina: entenda descoberta que abriu caminho para terapias contra o câncer
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