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Leitura: O novo tratamento que vem salvando pacientes com leucemia: ‘Ficção científica alguns anos atrás’
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Crajubar em Ação > Blog > Saúde > O novo tratamento que vem salvando pacientes com leucemia: ‘Ficção científica alguns anos atrás’
Saúde

O novo tratamento que vem salvando pacientes com leucemia: ‘Ficção científica alguns anos atrás’

g1
Ultima atualização: 2025/12/10 at 12:04 AM
Por g1
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Alyssa foi a primeira pessoa no mundo a receber o tratamento no Great Ormond Street Hospital, em Londres, e agora leva uma vida normal
BBC
Uma terapia que antes parecia coisa de ficção científica tem revertido cânceres sanguíneos agressivos e incuráveis em alguns pacientes, afirmam médicos.
O tratamento envolve editar com precisão o DNA de glóbulos brancos para transformá-los em um “medicamento vivo” capaz de combater o câncer.
A primeira paciente tratada, cuja história foi publicada em 2022, continua livre da doença e agora planeja se tornar pesquisadora na área de oncologia.
Até agora, outras oito crianças e dois adultos com leucemia linfoblástica aguda de células T já receberam o tratamento, e quase dois terços (64%) dos pacientes estão em remissão (isso significa que não há mais sinal de câncer após o tratamento, mas isso não significa que ele não voltará mais).
As células T funcionam como defensoras do corpo — buscam e eliminam ameaças —, mas, nessa forma de leucemia, crescem de forma descontrolada.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Para os participantes do estudo, quimioterapia e transplantes de medula óssea não funcionaram. Além do medicamento experimental, restava apenas oferecer mais conforto no fim da vida.
“Eu realmente achava que ia morrer e que não teria a chance de crescer e fazer tudo o que qualquer criança merece fazer”, diz Alyssa Tapley, 16, de Leicester (Reino Unido).
Ela foi a primeira pessoa no mundo a receber o tratamento no Great Ormond Street Hospital, em Londres, e agora leva uma vida normal.
Hoje, o câncer de Alyssa é indetectável, e ela precisa apenas de exames anuais
BBC
O procedimento revolucionário de três anos atrás envolveu eliminar seu antigo sistema imunológico e construir um novo. Durante quatro meses no hospital, ela não pôde ver o irmão, para não correr risco de infecção.
Hoje, o câncer de Alyssa é indetectável, e ela precisa apenas de exames anuais. Ela faz os A-levels (exames finais do ensino médio no Reino Unido), participa do Duke of Edinburgh Award (programa de desenvolvimento juvenil), planeja aulas de direção e planeja seu futuro.
“Estou pensando em fazer um estágio em ciências biomédicas e, espero, um dia também trabalhar em pesquisas sobre câncer no sangue”, diz ela.
“Estou pensando em fazer um estágio em ciências biomédicas e, espero, um dia também trabalhar em pesquisas sobre câncer no sangue”, diz Alyssa
BBC
A equipe da University College London (UCL) e do Great Ormond Street Hospital usa uma tecnologia chamada base editing (edição de bases, em tradução livre).
As bases são a linguagem da vida. Os quatro tipos — adenina (A), citosina (C), guanina (G) e timina (T) — formam os blocos do nosso código genético. Assim como as letras do alfabeto compõem palavras com significado, os bilhões de bases no DNA escrevem o manual de instruções do corpo humano.
A “edição de bases” permite aos cientistas acessar um ponto exato do código genético e alterar a estrutura molecular de uma única base, convertendo-a em outro tipo e reescrevendo esse manual.
O objetivo dos pesquisadores era usar a capacidade natural das células T saudáveis, naturalmente programadas para localizar e destruir ameaças, e direcioná-las contra a leucemia linfoblástica aguda de células T.
É um desafio complexo. Eles precisaram modificar as células T saudáveis para que identifiquem as células doentes sem que o tratamento se destrua.
‘Desmontar’ sistema imunológico
Eles começaram com células T saudáveis de um doador e começaram a modificá-las.
A primeira edição de base desativou o mecanismo de alvo das células T, impedindo que atacassem o corpo da paciente.
A segunda removeu o marcador químico CD7, presente em todas as células T, etapa crucial para evitar a autodestruição da terapia.
A terceira edição criou uma “capa de invisibilidade”, impedindo que as células fossem destruídas por um quimioterápico.
Na etapa final, as células T foram instruídas a atacar qualquer célula com o marcador CD7.
Assim, as células modificadas destruiriam todas as outras células T que encontrassem — cancerosas ou não —, mas não atacariam umas às outras.
A terapia é aplicada por infusão e, se o câncer não é detectado após quatro semanas, o paciente recebe um transplante de medula óssea para reconstruir o sistema imunológico.
“Até poucos anos atrás, isso seria ficção científica”, diz o professor Waseem Qasim, da UCL e do Great Ormond Street.
“Precisamos desmontar praticamente todo o sistema imunológico”, afirma Qasim. “É um tratamento intenso, muito duro para os pacientes, mas, quando funciona, funciona muito bem.”
O estudo, publicado na revista científica New England Journal of Medicine (Estados Unidos), apresenta os resultados dos primeiros 11 pacientes tratados no Great Ormond Street e no King’s College Hospital (Reino Unido). E mostra que nove alcançaram remissão profunda, o que lhes permitiu passar por um transplante de medula óssea.
Sete permanecem livres da doença entre três meses e três anos após o tratamento.
Um dos maiores riscos da terapia são infecções enquanto o sistema imunológico é eliminado.
Em dois casos, o câncer perdeu suas marcações CD7, permitindo que se escondesse do tratamento e reaparecesse no organismo.
“Considerando quão agressiva é essa forma específica de leucemia, esses resultados clínicos são bastante impressionantes e, obviamente, fico muito feliz por termos conseguido oferecer esperança a pacientes que, de outra forma, a teriam perdido”, afirma Robert Chiesa, do departamento de transplante de medula óssea do Great Ormond Street Hospital.
Deborah Yallop, hematologista consultora do King’s College Hospital, diz: “Vimos respostas impressionantes na eliminação de leucemias que pareciam incuráveis; é uma abordagem muito poderosa.”
Comentando a pesquisa, Tania Dexter, médica sênior da ONG britânica de células-tronco Anthony Nolan, afirma: “Considerando que esses pacientes tinham baixa chance de sobrevivência antes do estudo, esses resultados trazem esperança de que tratamentos como este continuem a avançar e fiquem disponíveis para mais pacientes”.
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