Crajubar em AçãoCrajubar em Ação
  • Brasil
  • Internacionais
  • Cariri e Ceará
  • Esportes
  • Politica
  • Economia
  • Educação
  • Carros
  • Saúde
Buscar
Leitura: Plano de reocupação de áreas do crime organizado no Rio começa em regiões menos violentas
Compartilhar
aa
Crajubar em AçãoCrajubar em Ação
aa
  • Brasil
  • Politica
  • Economia
  • Cariri e Ceará
  • Saúde
  • Esportes
  • Internacionais
Buscar
  • Home
    • Home 1
    • Default Home 2
    • Default Home 3
    • Default Home 4
    • Default Home 5
  • Categories
    • Esportes
    • Cariri e Ceará
    • Economia
    • Internacionais
    • Brasil
    • Politica
    • Saúde
    • Carros
  • Bookmarks
  • More Foxiz
    • Sitemap
Siga-nos
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Crajubar em Ação > Blog > Brasil > Plano de reocupação de áreas do crime organizado no Rio começa em regiões menos violentas
Brasil

Plano de reocupação de áreas do crime organizado no Rio começa em regiões menos violentas

Jovem Pan
Ultima atualização: 2025/12/24 at 6:00 PM
Por Jovem Pan
Compartilhar
7 leitura mínima
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp

O governo do Rio de Janeiro encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o plano de reocupação de territórios dominados pelo crime organizado em comunidades do Estado.Entre os objetivos estão o fim do monopólio da oferta de serviços básicos pelos traficantes e milicianos, a contenção do Comando Vermelho, além de medidas de infraestrutura, urbanísticas e sociais. O Estadão teve acesso ao documento de 200 páginas.

A criação do plano foi determinada pelo (STF) em abril, durante julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, a “ADPF das Favelas”. O órgão busca o controle das operações em comunidades e a redução da letalidade policial

O plano está sendo apresentado quase dois meses depois da operação que deixou 122 mortos no complexo da Penha e se tornou a ação policial mais letal da história do Brasil.

Onde começa a reocupação?

O território escolhido como projeto-piloto reúne as comunidades da Muzema, Rio das Pedras e Gardênia Azul, na zona oeste da capital fluminense. Em vez de iniciar pelas regiões com os maiores índices de violência letal, o plano prioriza áreas consideradas de menor criticidade, mas com alto risco de expansão do controle criminoso.

A estratégia, segundo os documentos oficiais, busca reduzir confrontos armados, evitar mortes por intervenção policial e impedir que disputas se transformem em guerras urbanas.

Relatórios de inteligência descrevem a região escolhida como um território em disputa, e não como uma área onde o Estado já perdeu completamente o controle.

O governo diz que as comunidades “apontam menor risco operacional e maior probabilidade de êxito com reduzida exposição das forças policiais e da população civil”:

– Na Muzema, o domínio do Comando Vermelho é classificado como recente, com estrutura ainda em consolidação.

– Em Rio das Pedras, a atuação histórica de milícias é caracterizada como predominantemente econômica, com menor incidência de confrontos armados abertos.

– Já a Gardênia Azul aparece como área de transição, com influência fragmentada de diferentes grupos.

Diferentemente de políticas anteriores, o plano atribui maior peso a territórios onde a letalidade é menor, sob o argumento de que intervenções nesses locais oferecem menor risco operacional e maior chance de sucesso sustentável.

Expansão das facções e milícias

A presença de facções e milícias na região metropolitana do Rio se expandiu de forma acelerada nas últimas duas décadas. O número de pessoas vivendo sob controle ou influência desses grupos cresceu 59% entre 2007 e 2024, segundo o Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF) e o Instituto Fogo Cruzado.

Hoje, cerca de 4 milhões de moradores – 34,9% da população – vivem submetidos a regras impostas por facções e milícias. Em 2007, eram 2,5 milhões de pessoas nessas condições.

Essa dominação abrange tanto facções do tráfico de drogas – Comando Vermelho (CV), Terceiro Comando Puro (TCP) e Amigos dos Amigos (ADA) – quanto milícias que se expandem por municípios que compõem a região metropolitana, como Duque de Caxias, Magé, Belford Roxo, Nova Iguaçu, Queimados e outros.

Bases policiais 24 horas

De acordo com o plano, as comunidades vão receber operações policiais, as “operações de retomada”, que podem contar com auxílio de forças federais e as Forças Armadas. Bases da polícia vão funcionar 24 horas com policiamento comunitário.

O governo também promete guarda municipal comunitária e postos da Ouvidoria e da Defensoria Pública, além de espaços para a Justiça e Promotoria. Também promete formação de lideranças comunitárias que vão fazer o contato formal com o governo.

Quais são os riscos do plano não dar certo?

Apesar do tom técnico, o plano não descarta riscos, como a possibilidade de mudanças rápidas no controle territorial, reações armadas de grupos criminosos e falhas de coordenação entre órgãos estaduais e municipais.

O documento também aponta o risco de frustração da população local caso a presença do Estado não se traduza, na prática, em melhoria de serviços, infraestrutura e condições de vida.

Experiências anteriores, como as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), são citadas indiretamente como exemplos de iniciativas que fracassaram por falta de continuidade, governança e integração entre áreas sociais e de segurança.

Embora atenda à exigência do STF de apresentação de um cronograma, o plano não fixa datas específicas para cada etapa. A implementação é organizada por fases, como diagnóstico, planejamento tático, execução progressiva e monitoramento, com prazos a serem definidos nos planos de cada território. A reocupação está prevista para começar no primeiro trimestre de 2026.

Na decisão do STF, a Corte determina que o plano de reocupação deve ter alocação “obrigatória de recursos federais, estaduais e municipais”. O relatório não detalha, no entanto, quanto custará o programa de reocupação.

O acompanhamento do cumprimento das medidas ficará sob responsabilidade do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) por um período inicial de dois anos, o que cria um marco temporal indireto para a apresentação de resultados.

O plano está estruturado em cinco eixos de atuação:

– Segurança pública e justiça, com foco em inteligência, controle do uso da força e integração entre polícias.

– Desenvolvimento social, incluindo ampliação de serviços de assistência, educação e políticas para juventude.

– Urbanismo e infraestrutura, com regularização territorial, obras de saneamento e mitigação de riscos ambientais.

– Desenvolvimento econômico, voltado à formalização da economia local e ao enfrentamento de atividades ilegais, como o mercado imobiliário clandestino.

– Governança e monitoramento, com definição de responsabilidades, indicadores de desempenho e acompanhamento institucional.

*Estadão Conteúdo
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp

Você pode gostar também

Quem era o brasileiro desaparecido na argentina e encontrado morto

Caso Henry Borel: Monique Medeiros se entrega à polícia do RJ

Validade do capacete de moto: qual é o prazo de troca e o que a legislação exige

Homem é baleado na cabeça ao tentar ajudar vítimas de assalto em Moema

Guarda municipal é morta durante assalto na Rodovia dos Imigrantes

MARCADO: #Brasil
Jovem Pan 24 de dezembro de 2025 24 de dezembro de 2025
Compartilhar
O que você acha?
Amor0
Triste0
Feliz0
Com sono0
Nervoso0
Morto0
Piscar0
artigo anterior Fabinho, ex-Liverpool, vira alvo do Palmeiras para ‘solucionar meio’
Próximo artigo Cirurgia de Bolsonaro começa às 9h no Natal e deve durar quatro horas

Últimas notícias

Ação social oferta serviços a cuidadores de pessoas com TEA
Educação Saúde Todas Noticias 20 de abril de 2026
‘Minha avó mutilou minha filha às escondidas com apenas 6 meses’: o ciclo da mutilação genital que mulheres colombianas lutam para encerrar
Saúde 20 de abril de 2026
Relatório calcula que a recuperação e reconstrução de Gaza custarão US$ 71,4 bilhões ao longo de 10 anos
Internacionais 20 de abril de 2026
Carmén Lúcia vota para condenar Eduardo Bolsonaro por difamação contra Tábata Amaral
Politica 20 de abril de 2026
Crajubar em AçãoCrajubar em Ação
Siga-nos
Crajubar em Ação © 2024 Todos direitos reservados. Desenvolvido e Hospedado por Mega Áudio Designer.
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Perdeu sua senha?