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Leitura: Síndrome rara faz pacientes “ficarem bêbados” sem consumir álcool
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Crajubar em Ação > Blog > Saúde > Síndrome rara faz pacientes “ficarem bêbados” sem consumir álcool
Saúde

Síndrome rara faz pacientes “ficarem bêbados” sem consumir álcool

g1
Ultima atualização: 2026/01/18 at 12:29 PM
Por g1
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Embriagado sem álcool – por muito tempo isso soou como uma anedota, mas trata-se de um distúrbio metabólico grave: a síndrome da autofermentação, ou síndrome da autocervejaria, na qual o próprio intestino produz etanol.
Não há uma estimativa confiável de quantas pessoas em todo o mundo são afetadas pela síndrome.
Na literatura especializada a condição é descrita como “muito rara”, mas os médicos presumem que há muitos casos não relatados, que provavelmente são interpretados erroneamente como abuso de álcool ou outras doenças.
Agora, a síndrome está sendo melhor compreendida com a ajuda do microbioma – o conjunto de microorganismos que vivem dentro de nós.
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Quando o intestino vira uma cervejaria
Muitos não acreditam que os portadores da síndrome não beberam álcool
David Hammersen/dpa/picture alliance via DW
Na síndrome da autofermentação, as pessoas afetadas ficam intoxicadas mesmo sem ter bebido uma gota de álcool.
O excesso de levedura no intestino costumava ser considerado o principal culpado, mas trabalhos mais recentes mudaram o foco para certos tipos de bactérias.
Um estudorecém-publicado na revista Nature Microbiology é a investigação mais abrangente dessa doença incomum.
A pesquisa foi conduzida por uma equipe liderada por Bernd Schnabl e Cynthia Hsu na Universidade da Califórnia em San Diego, um grande hospital universitário dos Estados Unidos especializado em pesquisas sobre fígado e microbioma.
Schnabl e Hsu avaliaram amostras de fezes de 22 pacientes com síndrome de autofermentação, 21 de seus familiares e 22 pessoas saudáveis como grupo de controle. Isso lhes permitiu distinguir com mais clareza o papel da dieta e do ambiente do papel do microbioma.
Bactérias produtoras de álcool
Em laboratório, as amostras de fezes dos pacientes com a síndrome produziram significativamente mais álcool do que as dos grupos de controle. Isso se deve principalmente a bactérias intestinais como Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae, que fermentam carboidratos em etanol em quantidade excessiva.
“Esses micróbios usam várias vias metabólicas formadoras de etanol”, explica Schnabl, “eles podem elevar o nível de álcool no sangue a tal ponto que as pessoas afetadas não estejam mais aptas a dirigir”.
A síndrome da autofermentação mostra como o microbioma pode influenciar radicalmente o comportamento e a saúde, ao ponto de determinar os níveis de álcool no sangue que caracterizam culpa ou inocência perante um tribunal ou durante fiscalizações de trânsito.
Dessa forma, o fardo dessa doença não é apenas o álcool no sangue, mas também a dúvida: quem acreditaria em alguém que jura não ter bebido quando seu próprio intestino funciona como uma cervejaria secreta?
Diagnóstico incorreto e novas abordagens
Muitos pacientes com a síndrome são inicialmente rotulados como alcoólatras que bebem em segredo – com consequências dramáticas para sua vida cotidiana, seus relacionamentos e, acima de tudo, sua credibilidade.
Os procedimentos de diagnóstico atuais são complexos, pois os pacientes devem seguir uma dieta rica em carboidratos sob supervisão rigorosa enquanto seus níveis de álcool no sangue são medidos.
Schnabl e Hsu propõem diagnosticar a doença no futuro usando amostras de fezes e visando especificamente o metabolismo bacteriano.
Transplante de fezes como fonte de esperança
Ainda não existe uma terapia padronizada disponível. Em um paciente do estudo, os sintomas melhoraram significativamente após dois transplantes de fezes.
Um transplante de fezes (transplante de microbiota fecal, FMT) parece desagradável, mas é muito eficaz. Envolve a transferência de bactérias intestinais de um doador saudável para o intestino de um paciente para “reiniciar” seu microbioma alterado.
A equipe agora investigará sistematicamente essa abordagem promissora em um grupo de oito pacientes.
Os especialistas veem as novas descobertas como um passo importante em direção à medicina personalizada do microbioma, mas alertam contra o otimismo prematuro: estudos maiores e dados de longo prazo são necessários antes que um tratamento possa ser estabelecido.
Bactérias Escherichia coli coloridas no microscópio eletrônico: uma das responsáveis pela síndrome
Cavallini James/BSIP/picture alliance via DW
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