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Crajubar em Ação > Blog > Esportes > Polícia Civil realiza operação contra venda ilegal de camarotes no MorumBis
Esportes

Polícia Civil realiza operação contra venda ilegal de camarotes no MorumBis

JP ESPORTES
Ultima atualização: 2026/01/21 at 12:24 PM
Por JP ESPORTES
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A Polícia Civil realiza nesta quarta-feira (21) uma operação contra a venda ilegal de camarotes no estádio do MorumBis, casa do São Paulo Futebol Clube. Agentes cumprem quatro mandados de busca e apreensão.

Entre os alvos estão Mara Casares, ex-mulher do presidente afastado Júlio Casares, e Douglas Schwartzmann, diretor adjunto das categorias de base do São Paulo. Rita Adriana, suposta responsável pela comercialização irregular de um camarote, também é alvo da operação.

Em dezembro, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) foi acionado para investigar a venda ilegal de ingressos em um camarote do MorumBis. O espaço no estádio do São Paulo não era comercializado oficialmente, mas teve o uso cedido a uma intermediária, que cobrou judicialmente por valores não repassados por terceiros e fez o caso se tornar público.

Um áudio divulgado pelo GE mostra Mara Casares e Douglas Schwartzmann, então diretores do São Paulo, pressionando Rita de Cassia Adriana Prado, que vendia os ingressos do espaço, para que ela encerre a cobrança judicial a uma terceira pessoa que também atuou na venda de entradas.

As polícias de São Paulo fazem buscas para prender responsáveis por execução de Ruy Ferraz Fontes

Agentes cumprem quatro mandados de busca e apreensão

O escândalo, somado à outra investigação da Polícia Civil, que apura um suposto esquema de desvio de verba no São Paulo, ocasionaram no afastamento de Casares da presidência após o Conselho Deliberativo aprovar o impeachment do mandatário. A destituição ainda depende da aprovação na assembleia de associados do clube.

Em resposta à operação deflagrada nesta quarta-feira (21), o clube se manifestou sobre a investigação. “O São Paulo Futebol Clube é vítima neste caso e vai contribuir com as autoridades”, escreveu Pedro Iokoi, advogado do SPFC, em nota.

Entenda o caso de venda de camarotes 

O MorumBis conta com diversos camarotes que são usados em jogos e shows. Um deles é o camarote 3A, espaço que não é comercializado e que fica em frente ao gabinete do presidente Júlio Casares. O local é conhecido por “Sala Presidencial”.

Mara Casares e Douglas Schwartzmann, agora diretores licenciados do São Paulo, estariam envolvidos em um esquema de venda de ingressos do camarote 3A, uma ação não autorizada e que seria feita de forma “clandestina”, como os próprios diretores licenciados afirmam em áudio obtido pelo GE.

Nesta conversa, Mara e Schwartzmann falam com Rita de Cassia Adriana Padro, conhecida como Adriana, da The Guardians Entretenimento Ltda, que seria intermediária na venda e repasse das entradas desse camarote para terceiros.

Adriana ingressou com um processo contra Carolina Lima Cassemiro, da Cassemiro Eventos Ltda, acusando-a de ter tirado de suas mãos 60 ingressos para um show da colombiana Shakira. Esses 60 tickets seriam comercializados por R$ 132 mil. No entanto, Adriana alega que recebeu apenas R$ 100 mil. Carolina diz que pagou o combinado, está sendo vítima de calúnia e teve prejuízos.

Ocorre que ao processar uma pessoa ou empresa por obter de forma irregular ingressos que foram gerados de maneira “clandestina” o caso se tornou público e passou a ser de conhecimento do São Paulo. Dada a situação, Mara e Schwartzmann pressionaram Adriana a retirar o processo para que a ação ilícita não se tornasse de conhecimento geral.

Mara diz que os áudios estão fora de contexto e alega que “não obteve ganho próprio de nenhuma natureza”. Já Schwartzmann afirma que não teve “qualquer participação em venda, negociação ou comercialização de camarotes ou ingressos de eventos” e que agiu pontualmente para evitar que um problema particular afetasse o São Paulo.

As aberturas das sindicâncias foram solicitadas pelo superintendente do clube, Marcio Carlomagno. Ele também é citado no áudio vazado, mas diz que apenas teve o nome usado indevidamente.

*Com Estadão Conteúdo 

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