O assédio dentro do ambiente corporativo é um dos casos mais graves FreePik O entendimento reconheceu que a responsabilidade da empresa permanece mesmo após a demissão do agressor por justa causa. O vigilante teria tentado beijá-la no rosto, feito comentários de teor malicioso e realizado contatos físicos inadequados. Testemunhas ouvidas no caso confirmaram que o funcionário costumava abordar colegas por trás e tocar mulheres de forma imprópria, incluindo jovens aprendizes do local. Leia mais…
TST condena empresa a indenizar porteira assediada por vigilante










